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É Representado Por um Político?

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O objetivo do gráfico é demonstrar que votamos, mas não elegemos. Senão vejamos:

1) A maioria dos eleitores NÃO elege!
No caso, não elegem vereadores, deputados estaduais e federais: 75%; 68% e 65%, respectivamente.

2) É uma minoria dos eleitores que elege a totalidade das câmaras municipais, estaduais e federais.
No caso de vereadores, de deputados estaduais e federais, apenas 25%; 32% e 35%, respectivamente.

3) É uma minoria de eleitores que elege as MAIORIAS (metade mais um) dessas câmaras.
No caso de vereadores, de deputados estaduais e federais, apenas 6%; 9% e 9%, respectivamente.

Conclusões:

– Não temos, na prática, uma democracia representativa.
– Se a MAIORIA quiser mudar este cenário político, basta que uma pequena parcela se organize minimamente.

Obs: O que acontece no estado do RJ e na cidade do RJ se repete nos demais estados e cidades deste Brasil.

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Carta da Aliança dos Movimentos ao Congresso Nacional

Divulgando…

INTEGRA DA CARTA DA ALIANÇA DOS MOVIMENTOS AO CONGRESSO NACIONAL

BRASÍLIA, 15 de abril de 2015

Às suas Excelências senhores Deputados Federais, senhores Senadores, senhor Presidente da Câmara dos Deputados e senhor Presidente do Senado.
A democracia brasileira está fragilizada. A República está em risco. E o povo brasileiro está farto.
O povo cansou do desrespeito e da incompetência de alguns políticos e governantes brasileiros, e exige mudanças já.
AS RAZÕES
Vivemos um quadro assustador de corrupção no seio dos poderes constituídos. A corrupção é histórica, sim, e nem por isso admissível. Há 12 anos, porém, ela se tornou sistêmica e se institucionalizou na máquina pública em níveis sem precedência, como nunca antes visto. Um câncer a comer as entranhas já podres do país. Os sucessivos escândalos nos órgãos e empresas públicas vêm à tona e envergonham a nação. Agravado pela impunidade reinante, nós, cidadãos brasileiros, vivemos uma sensação de desesperança. A justiça não consegue cumprir seu papel de forma neutra e sem interferências de outros poderes.

O Executivo, tentando proteger suas bases de apoio político, interfere no livre andamento das investigações que deveriam ser conduzidas imparcialmente pelo Judiciário. Quando passamos a acreditar que malfeitores pudessem ser penalizados, assistimos incrédulos ao tratamento privilegiado de políticos criminosos, que não mais se encontram onde deveriam estar: junto aos outros contraventores, presos. O Brasil, ao tratar de forma diferenciada políticos e trabalhadores, não conseguiu deixar de ser um país injusto.

A associação da corrupção à impunidade impede o Brasil de se tornar um país desenvolvido.
O povo brasileiro, cansado e indignado, quer dar um BASTA nisso.

A ineficiência da gestão pública é outro tumor maligno que adoece o país. É responsável por fazer do Brasil um país desigual, mais pobre e estagnado. O Brasil não suporta mais o inchamento, o amadorismo e o clientelismo das máquinas públicas, o conhecido “toma lá, dá cá”.

No plano federal, as contas não fecham.

A Lei de Responsabilidade Fiscal, depois de desrespeitada, foi alterada para acobertar o crime cometido pelo Governo Federal e pela Presidente.

Obras, quando finalizadas, são entregues a custos inaceitáveis, ofensivos para os reais financiadores, os contribuintes.

O excesso de servidores comissionados agride os cofres públicos e a mínima decência. Programas sociais são descontinuados.

Os que continuam têm um claro e explícito ar eleitoreiro.

Os programas sociais condenam os mais carentes à escravidão em lugar de promover-lhes o crescimento.

A lógica é da universalização dos benefícios e não das oportunidades.

A saúde vive eternamente na UTI.

Brasileiros morrem diariamente nas filas do SUS.

A violência urbana cresce em escalada incontida, principalmente nas periferias, matando principalmente crianças e adolescentes, que perdem a vida na guerra diária das drogas. Mais de 50.000 mortes violentas por ano denunciam a falência completa da ordem pública. É uma guerra não anunciada.

O sistema público educacional não consegue cumprir sua função maior de formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. Não forma alunos preparados para ingressarem no ensino superior. Não capacita os jovens a serem profissionais qualificados. A economia enverga.

Os empregos somem. A inflação cresce. A moeda se desvaloriza. Administra-se por contingências – em um eterno apagar de incêndios. Aumentam-se as tarifas, os preços controlados e os impostos.

E o pior: para reparar seus maus feitos, o governo pede ao povo para pagar a conta da ineficiência.
Pagamos impostos a fundo perdido. Impostos que não voltam à sociedade na forma de serviços básicos de qualidade.

Tributos, que deveriam servir aos interesses e necessidades do povo, principalmente dos mais carentes e necessitados, são desviados, via corrupção, para enriquecimento próprio, para o populismo, para a conquista e manutenção de poder.

O governo federal está sem rumo. O povo brasileiro, farto e escorraçado, quer dar um BASTA nisso.

No campo da moralidade, a ética e a decência desapareceram. A mentira passou a ser procedimento costumeiro nos pronunciamentos do governo federal à nação. A trama da manipulação de dados é um aliado habitual para justificar os consecutivos erros.

Contabilidade criativa é o eufemismo que se usa para explicar o injustificável. Não existe transparência nos atos e nas contas. Não existe por parte do governo o reconhecimento dos equívocos e de suas fragilidades. Não existe pudor.

A falta de vergonha com que se diz a mentira como se fosse verdade é cínica e abusiva. Assustadoramente, criamos uma geração de crianças e jovens que assistem à mentira como padrão de comportamento de governantes, geralmente acompanhados de enriquecimento pessoal.

Exemplo maior ocorreu nas eleições de 2014, quando a presidente Dilma Roussef deflagrou o mais escancarado estelionato eleitoral da história do Brasil. O partido do governo, além de ser conivente com estas práticas, trata seus membros criminosos como ídolos, e continua a lhes atribuir poder.

O Partido dos Trabalhadores teve 13 anos de poder para mudar o Brasil, conforme prometeu em sua carta ao povo brasileiro em 2002. Ele recebe agora, do mesmo povo, uma carta que repudia a situação na qual o país foi deixado.

O povo brasileiro, desrespeitado e inconformado, quer dar um BASTA nesse estilo ilegal, ilegítimo e antiético de fazer política.

Esconde-se do povo inaceitáveis associações internacionais que ameaçam a democracia. O governo brasileiro patrocina, através de supostos investimentos e aberta ideologia partidária, países totalitários e populistas, organizados através do Foro de São Paulo. Este clube reúne todos os partidos de extrema esquerda da América Latina e Caribe, além de possuir visíveis indícios da participação de organizações criminosas e terroristas, como as FARC. O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, com forte influência no atual governo para o qual fez campanha, vem há anos, neste clube, idolatrando as práticas de líderes totalitários, entre outros da Venezuela, como Hugo Chavez e Nicolas Maduro.
O povo brasileiro não mais ignora este projeto, e educa-se politicamente para discernir o certo do errado.

Quem deveria resolver estes graves problemas do Brasil?

A REPRESENTATIVIDADE

Como representantes constituídos pela sociedade, resta a Suas Excelências o DEVER de atuar na solução destes problemas.
A trágica realidade brasileira, agravada por um sistema político com fortes traços populistas, e que não tem a sociedade como principal beneficiária, vem há uma década indignando o povo brasileiro, que não mais aceita ser apenas um coadjuvante no projeto do governo.

E O POVO ACORDA
Cansados deste cenário frustrante, ao longo dos últimos anos, vários movimentos democráticos e apartidários lideram nas redes sociais campanhas maciças de conscientização do povo para as grandes questões políticas e sociais.

Em 2013, grupos saíram às ruas em protesto contra atos do governo federal, da classe política e do judiciário. Diante da situação que passou de grave a inaceitável, a partir de outubro de 2014 movimentos passaram a sair às ruas de forma consistente e organizada. Até fevereiro de 2015, foram seis manifestações de massa, e vários atos públicos simbólicos em dezenas de cidades por todo o país.

Diante da ausência de resposta do governo e do Congresso, em março e abril de 2015, num espaço de quatro semanas, o povo saiu às ruas nas duas maiores manifestações espontâneas da história da América Latina. Elas ocorreram em mais de 450 cidades por todo o Brasil, em todas as regiões. Trouxeram às ruas mais de três milhões de brasileiros de todas as classes sociais, indignados com o desrespeito do governo e da classe política.

A voz das ruas é uníssona:

  • desaprovação ao governo federal;
  • solicitação de julgamento neutro e condenação de todos os envolvidos em crimes de corrupção;
  • repúdio e revolta às manobras descomprometidas com a justiça e a verdade, protagonizadas por membros da mais alta corte da justiça brasileira.

Os históricos protestos, mesmo envolvendo milhões de pessoas, foram pacíficos, democráticos, cívicos e ordeiros. O povo vem às ruas na esperança de ter sua voz e seus pleitos ouvidos por aqueles que constitucionalmente estão na condição de representantes de seus interesses. Verdade legal que, hoje, desperta dúvida real, uma vez que o próprio representante que não dá a devida atenção a tais pleitos, põe em questionamento tal legitimidade.

Note-se que para cada uma das grandes manifestações de março e abril o Governo Federal e o Partido dos Trabalhadores também chamaram, em datas próximas, seus simpatizantes para virem às ruas. Em março, o número de pessoas pró governo foi 40 vezes menor que os manifestantes contra o governo. Em abril foi 100 vezes menor e, acompanhado de violência.

A proporção entre os movimentos de rua pró e contra governo demonstra o sentimento e o posicionamento da sociedade diante da grave situação política, econômica e ética do país. Diante disso, os representantes do povo devem agir.

PROPOSTAS CONCRETAS
Atendendo a urgência que o momento exige, viemos neste instante apresentar ao Congresso Nacional a primeira pauta de reivindicações da agenda construtiva para um novo Brasil:

1) Enfrentamento real da Corrupção através do fim da impunidade
a) Aprovar, prioritariamente, as 10 medidas de combate à corrupção apresentadas pelo MPF;
b) Submeter os acordos de leniência à anuência do Ministério Público;
c) Apoiar incondicionalmente o Juiz Sergio Moro, o Ministério Público Federal, e a Polícia Federal nas investigações da Operação Lava Jato;
d) Agravar as penas para corrupção, aprovando-se o projeto de lei 915, que cria o crime de Lesa Pátria;
e) Fortalecer a Polícia Federal para combater a corrupção;
f) Indicar servidores concursados, de carreira, idôneos, com amplo reconhecimento e competência comprovada para os cargos do STF, STJ, TCU, STM, MPF e TSE, com prazo de mandato definido e com posterior quarentena;
g) Senado exercer papel de controle efetivo da capacidade dos indicados acima, por meio de sabatina, com critérios objetivos de imparcialidade, convidando técnicos da OAB, CNJ e MPF para compor o grupo avaliador;
h) Implementar eleições diretas por entidades representativas para escolha dos Procuradores Gerais, com o fim de listas tríplices e escolhas arbitrárias pelo chefe do Executivo;
g) Afastar o Ministro Dias Toffoli do STF e TSE por não atender ao critério de imparcialidade.

2) Presidência da República
a) Pedir ao STF e ao Procurador Geral da República a abertura de investigação por crime comum da cidadã Dilma Vana Roussef;
b) Apreciar com transparência os pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Roussef apresentados ao Congresso.

3) Choque de ordem e transparência na gestão pública
a) Abertura total dos contratos de empréstimos realizados pelo BNDES, fim de empréstimos do BNDES a outros países e a empresas doadoras em eleições. Rejeição da MP 661;
b) Reduzir o número de ministérios, o número de cargos comissionados e o tamanho da máquina pública;
c) Transparência nas contas de todas as empresas públicas ou com participação societária do estado brasileiro;
d) Total transparência e redução dos gastos de parlamentares e governantes, incluindo os cartões de crédito governamentais;
e) “Revalida” para todos os médicos estrangeiros atuando no Brasil;
f) Redução e simplificação dos impostos.

4) Educação
a) Qualidade total na educação básica, sendo a mesma universal e meritocrática;
b) Fim da doutrinação ideológica e partidária nas escolas. Aprovação do PL 867/2015, “Escola Sem Partido”.

5) Ajustes no processo político eleitoral
a) Maior justiça, legitimidade e representatividade nas eleições pela implantação do Voto Distrital;
b) Eleições com registro eletrônico e impresso do voto, auditáveis por empresa idônea e partidos;
c) Revisão do financiamento público de campanhas. O Estado não suporta mais patrocinar a atual farra eleitoral;
d) Mandato único – Fim de reeleição para todos os cargos executivos.
É importante frisar que novas pautas serão apresentadas e outras complementadas, nas próximas semanas, vindas do diálogo com as ruas, e conduzidas pelos vários movimentos democráticos, ressaltando que repudiamos qualquer tipo de controle da mídia ou limitação na liberdade de expressão irrestrita de todo e qualquer brasileiro.

O POVO QUER AÇÕES, NÃO PROMESSAS
A expectativa do povo brasileiro é que o Congresso Nacional não os abandone em seu dever moral e constitucional, encaminhe e execute estas demandas do povo brasileiro. Cada parlamentar, individualmente, deve se comprometer publicamente com o povo a promover esta execução de forma sistemática e organizada, com agenda e pauta e encaminhar as demandas com a rapidez que o momento exige. Não queremos discursos, nem promessas. Queremos ação efetiva em busca de soluções que signifiquem avanços políticos e sociais para o Brasil através dessas demandas. Queremos proatividade, rapidez, objetividade e determinação em executá-las.
As bases para a construção de um novo presente e futuro para nossa nação estão lançadas. Elas levarão nosso país para onde os brasileiros já mereciam estar há muito tempo.
Acabou-se o tempo do conformismo. Os trabalhadores brasileiros não mais tolerarão políticos que governam para causas próprias. Não mais assistirão impassíveis às manobras que visam a manutenção do poder. Não mais aceitarão um governo mentiroso.
BASTA de desrespeito.

Estaremos atentos às ações do Congresso a partir de hoje, para observarmos qual a prioridade que ele dará à execução expressa das reivindicações das ruas. Estaremos igualmente atentos às ações do Executivo e do Judiciário, que têm papel de protagonismo em várias das reivindicações apresentadas. Os resultados efetivos que os três poderes atingirem na execução das demandas apresentadas levarão os brasileiros a decidir como proceder daqui para frente.

Os Movimentos de rua que aglutinaram milhões de brasileiros indignados, continuarão a atuar quando necessário, seja em caráter de massa ou local, sempre de forma ordeira, constitucional, e incisiva.
Exigimos um país politicamente mais ético, economicamente mais forte, socialmente mais justo. Não aceitaremos nada menos do que isso.

Um Brasil do qual seu povo, nesta e nas próximas gerações, possa finalmente se orgulhar.

Brasília-DF, 15/04/2015

Movimentos signatários:
Avança Brasil – Mudança Já
Basta Brasil
Brava Gente Brasileira
Chega de Impostos
Diferença Brasil
Eu Amo o Brasil
Instituto Democracia e Ética
Movimento 31 de Julho
Movimento Acorde
Movimento Brasil Contra a Corrupção
Movimento Cariocas Direitos
Movimento Cidadania Brasil
Movimento Fora Dilma
Movimento Jovens Transformadores
Movimento Guarulhos Livre
Movimento Muda Brasil
Movimento Pró Brasil
Movimento Quero Me Defender
Movimento Voz do Brasil
Muda Brasil
Nação Digital
Nas Ruas
Organização Contra a Corrupção
Pátria Livre
Reage Brasil
Vem Pra Rua

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Ainda… sobre a questão dos médicos

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

HopitaisFIFA

Atualizando…. Este tema foi motivo de reportagem da BAND, em 17/03/2015 : Mais Médcos – Acordo Com Cuba foi Mascarado onde ficou claro tudo que qualquer pessoa que pensa já atinava.

A cada dia tenho me informado mais a respeito e a cada dia fico mais assustado com tudo isto. Explico…

Há 10 anos, portanto, em 2003, o deputado Arlindo Chinaglia do PT/SP apareceu com uma proposta de um PL 65/2003 que proibia não só criação de novos cursos de medicina como proibia a criação de novas vagas nos cursos existente. E… isto para os próximos dez anos. Ou seja, estaria terminando este prazo por agora, em 2013. Este PL ficou parado em alguma gaveta deste “brilhante” congresso.

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=104485

Foi aprovado na CCJ em 2007 (link: CCJ aprova projeto que proíbe novos cursos de Medicina)

O PL não ter sido aprovado é irrelevante porque o que interessa são os resultados. Tentaram fazer uma lei, mas como estão no governo podem quase tudo e não precisam de uma lei para efetivar essas ações, bastam segurar os pedidos para o MEC e/ou manter os cofres fechados para que recursos não financiem esta necessidade do povo. Pergunta:

O deputado estava atuando como lobista de entidades da classe médica, que estão sendo agora criticadas??? Sim ou não?

Se sim, a responsabilidade é do PT.

Se não… seria negligência, imprudência, imperícia ou intencionalidade do PT?

A lambança foi feita, perdoe-me a linguagem.

Como dizia um amigo referindo-se a uma piada onde dois grupos discutiam se a zebra era branca ou era preta… Alguém chega e pergunta: “onde está a tinta para que acabe de pintar”. Tanto o estado como as entidades de classe tem que se ouvir, se comunicar, se entender e definir soluções a curto, médio e longo prazo. É demais! Sofrem mais os que já mais sofrem!

O governo é ou deveria ser o responsável por exercer o controle e fiscalização do uso dos recursos para a saúde (infra-estrutura, equipamentos, materiais, medicamentos, etc.) , bem como da qualidade dos serviços.

Como estamos com isto??? Vejamos:

Saúde investiu apenas 26,2% do orçado para 2013

Dilma veta criação de cargos para fiscalizar o SUS

SUS desativou quase 13 mil leitos entre 2010 e 2013

Tenho me debatido entre saber se esta lambança é por incompetência ou é intencional. Se for intencional é CRIME de lesa-pátria ou crime contra a humanidade, pode escolher.

Dez anos depois daquela proposta de um deputado petista Arlindo Chinaglia, MÉDICO, FUNDADOR DO PT, presidente da câmara dos deputados (2007/2009), lider do governo na câmara…

Faltam médicos no Brasil!!!

Não só faltam médicos como temos um problema seríssimo de distribuição.

E… Não é só isto. Os hospitais caem aos pedaços, falta equipamento, falta material, faltam leitos, etc…

Pronto!!!

A brilhante presidente e seu escudeiro, ministro da saúde, Alexandre Padilha têm a solução!

IMPORTAR MÉDICOS CUBANOS!!!

Já disse e repito, tiro o chapéu para esta organização globalizada na área de terceirização dos serviços de saúde que batem de longe os detestados planos de saúde com suas explorações tanto dos médicos como de seus assegurados com mensalidades escorchantes: O GRUPO CASTRO.

Conseguiram formar médicos que lá recebem menos que um mecânico ou uma cabelereira, pois como poderia ser diferente uma ilha com 11 milhões de habitantes ter mais de 7 médicos por mil?

Os irmãos Castros empreenderam, na melhor maneira capitalista, uma fonte de renda maior do que o turismo: a exportação de médicos para o mundo.

Temos médicos cubanos espalhados pelo mundo. Mérito desta visão estratégica dos Castros!

Cuba quer aumentar exportação de médicos

Se são tão competente, por que não passar pelo Revalida? Ah… isto é coisa de cartório de entidades médicas. Mas qual o problema? É porque não passariam? Estranho, não?

Para mim não há dúvida, o governo está preferenciando esta “solução”, pois dará alívio tanto ao regime combalido de uma ditadura que já passa dos 50 anos e também poderá acolher mais de 100 médicos brasileiros por ano que vão a Cuba fazer seu curso de medicina (que aqui ficaram restritos, lembra-se?). Esses últimos são egressos de MSTs, filiados do PT, etc. e poderão voltar e ter um excelente salário (pagando 10% ao PT, como a IURD???).

Claro que isto não é solução a longo prazo para a saúde dos que dependem do SUS, mas quem se importa? Eu me importo.

Assista este vídeo a seguir, um depoimento do médico cubano Carlos Rafael Jorge Jimenez (TV Câmara).

Link: http://youtu.be/_dUTJ8kNSTk

Poderia ser mais claro???

Dá uma tristeza quando este senhor se refere ao governo de Cuba como uma ditadura é vaiado na câmara federal. Ou seja, o governo dos Castros que dura 54 anos é… uma democracia???

Será que teremos que viver em um sistema totalitário para entender que não é o melhor sistema de governo?

Recentemente, um amigo esteve na Inglaterra atuando como interprete em uma convenção. Fez amizade com um interprete russo. Nas conversas falou da simpatia do governo brasileiro pelo socialismo/comunismo. O cara ficou uma fera e indignado falou algo como :  “vocês precisam experimentar o que é para saber o inferno que é, só assim entenderão!” E saiu bravo.

Mais detalhes:

Colocando Curativo Na Saúde Brasileira…

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O POVO e “seus” políticos

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.
( Artigo 1o. Constituição da República Federativa do Brasil 1988 )

O POVO e "seus" políticos

Tenho várias perguntas e muito poucas respostas…

O POVO tem exercido seu poder através de seus representantes eleitos? Ou será que “seus representantes eleitos” nunca, de fato, chegam a representá-lo e, pior, esses eleitos se tornam “usurpadores do poder” e passam a exercer esse poder em causas próprias?

A apresentação a seguir foi preparada por mim, Carlos Roberto Teixeira Netto, ajudado por meu filho. Busco questionar algumas afirmativas que tenho ouvido ao longo de anos e que podem estar equivocadas e com isto nos distanciando da identificação real do problema que temos como país, nesta questão política, desde que nos tornamos uma democracia (muito precária, reconheço).

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[FIM DO POST]

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Testando os conhecimentos sobre a democracia brasileira

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Tenho escutado ao longo dos anos: “Cada povo tem o governo que merece”, “O povo não sabe votar”, etc. E, portanto, tudo o que acontece é culpa (ou responsabilidade) do próprio povo.

Estou convencido que essas frases são simplificações que não nos tem levado a nada. Precisamos, sim de um sistema eleitoral diferente, do VOTO DISTRITAL, mas esta modalidade não interessa ao políticos que temos hoje. Portanto, se depender do congresso atual nunca acontecerá.

O que nos resta, então?

Temos que convencer pessoas que conhecemos, que tem uma boa formação, pessoas de bem, ingressar na política, pois só assim criaremos alternativas aos candidatos e políticos atuais.

PERGUNTA:

Que percentual dos deputados federais foram, de fato, eleitos pelo VOTO NOMINAL? Isto é, não foram eleitos pelo voto de LEGENDA ou pelo COEFICIENTE ELEITORAL?

Veja a resposta no post:

Pelo Voto Distrital

Autor: Carlos Roberto Teixeira Netto

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É Dezembro… Os políticos fazem a festa!

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

A Câmara aprovou, em 15/12/2010, o projeto de decreto legislativo, de autoria da Mesa Diretora da Casa, que equipara os salários de presidente da República, vice-presidente, ministros de Estado, senadores e deputados aos vencimentos recebidos atualmente pelos ministros do Supremo Tribunal Federal: R$ 26.723,13. Os reajustes variam de 62% a 140%!

Se pelo menos fossem competentes, faria algum sentido…

Estão brincando com o povo… Isto não se faz!

Já subscrevi este abaixo assinado:

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4596

Vá lá, subscreva e divulgue.

E a festa continua…
Os deputados estaduais aproveitam o embalo:

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/deputados-estaduais-seguem-o-congresso-e-aprovam-aumento-dos-proprios-salarios

Fica aqui minha sugestão:

TODA sessão do senado, da câmara federal, das assembléias estaduais deveria começar com TODOS tendo que assistir este vídeo:

Mais sobre este tema:

Número de Parlamentares

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SENADORES E DEPUTADOS SUPLENTES

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Existem uma quantidade razoável de senadores e deputados que chegaram no congresso com resultado não de votos de eleitores, mas pela saída do titular Esta excrescência da lei eleitoral tem que ser urgentemente corrigida.

Parte dos eleitores votam em candidatos e outros votam nos partidos. A figura do suplente não respeita a vontade daqueles eleitores que votam em seus candidatos e, portanto, não é democrática.

O candidato eleito que abre mão de seu mandato para ocupar outra posição no governo está ignorando a vontade de seus eleitores. Os votos recebidos por aquele candidato deveriam ser distribuidos proporcionalmente por todos os demais partidos. Tendo um partido conseguidos os votos, desta categoria, suficientes para preencher uma vaga no senado ou camara o suplente teria que ser um candidato do partido que tivesse naquela última eleição conseguido uma votação representativa, acima de 10% do total de votantes. Caso contrário, a posição ficaria vaga até a próxima eleição. Outra vantagem seria a redução dos gastos do congresso.

Exemplos:

  • Severino CavancantiNa semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelou que o ex-presidente da Câmara pode retornar à Casa ainda neste ano. Suplente de deputado, ele ganharia uma vaga com a possível cassação de outro parlamentar de sua coligação.    Veja mais… Fonte: Revista VEJA de 16/01/2008.
  • Edison Lobão Filho, suplente do senador, também reforçou o guarda-roupa para assumir a cadeira do pai em Brasília. Lobão pai está na política há trinta anos, nunca se envolveu em escândalos e escolheu sempre estar alinhado com os governos, sejam quais forem. Lobão Filho é um estreante. É experiente e astuto como o pai, mas suas habilidades mais conhecidas, por enquanto, concentram-se no mundo dos negócios. Nesse campo ele, sem dúvida, enxerga longe. Em 1999, antes de se candidatar à suplência do pai, Lobão Filho foi advertido de que não era recomendável migrar para o mundo político com dívidas milionárias em bancos públicos e impostos atrasados. Veja mais…    Fonte: Revista VEJA de 16/01/2008
  • Wellington SalgadoCom sua vasta cabeleira em desalinho, a voz rouca e o estilo histriônico, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) encarnou melhor do que ninguém o espírito da pantomima encenada no Congresso ao longo do interminável escândalo Renan Calheiros. Salgado nunca apresentou nenhum projeto de lei relevante nem jamais foi agraciado com um mísero voto (era suplente do hoje ministro Hélio Costa, cuja campanha para o Senado foi quase toda financiada pela sua família). Veja mais… Fonte: Revista VEJA de 29/12/2007.
  • Sibá Machado: O PT e o PMDB, os dois maiores partidos do Congresso, decidiram salvar o mandato de Renan Calheiros – acusado de uma infinidade de crimes. Como o tema é desgastante e impopular, os dois partidos escalaram seus suplentes como vassalos do trabalho sujo. Sem terem de prestar contas aos eleitores, os reservas não recusaram a tarefa. O primeiro a aceitar foi o ex-coveiro Sibá Machado, do PT do Acre, suplente de Marina Silva, ministra do Meio Ambiente. Ele topou presidir o Conselho de Ética com a missão de enterrar o processo no qual Renan era acusado de ter contas pessoais pagas por um lobista. Veja mais… Fonte: Revista VEJA de 28/11/2007.

Senadores-sem-voto
Sibá Machado(AC-PT) – Titular: Marina Silva
João Tenório (AL-PSDB) -Titular: Teotônio Villela Júnior
Adelmir Santana (DF-DEM) – Titlar: Paulo Octavio. Adelmir Santana
Wellington Salgado de Oliveira (MG-PMDB) – Titular: Hélio Costa
Flexa Ribeiro (PA-PSDB) – Titular: Duciomar Costa. Flexa Ribeiro
Paulo Duque (RJ-PMDB) – Titular: Sérgio Cabral Filho
Neuto de Conto (SC-PMDB) – Titular: Leonel Pavan

Fonte: http://www.luciahippolito.globolog.com.br/archive_2007_09_13_11.html

Proposta deste blog:

1) escrever um abaixo-assinado que possa circular pela internet;

2) enviar a todos os congressistas solicitando a implementação do fim de suplentes. 

Câmara · Todos

REDUÇÃO DA QUANTIDADE DE FUNCIONÁRIOS DA CÂMARA FEDERAL

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Objetivo: Redução do número de funcionários da Câmara Federal

Atualmente, existem 32 funcionários por Deputado, enquanto no México e India esta relação é de 6 e nos EUA de 15.

Vejam esta outra comparação (Fonte: VEJA 31/10/07 – Radar – pág. 50) :

                        Custo mensal de um deputado   Comparação do gasto com a renda per capita mensal

Brasil                          49.800 US$                                             126 vezes maior
EUA                            30.000 US$                                                 8 vezes maior
Inglaterra                 26.600 US$                                                 8 vezes maior
Alemanha                 15.200 US$                                                 5 vezes maior
França                          9.800 US$                                                 3 vezes maior

 

Fonte: http://veja.abril.com.br/311007/radar.shtml