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Processo Eleitoral – A Teoria

ProcessoEleitoral

Se eu explicasse para um ET todo o processo eleitoral em uma democracia representativa, na teoria, ele ficaria muito impressionado e muito provavelmente adotaria como uma das melhores práticas do universo.

Esta seria minha explicação:

Nosso sistema representativo tem quatro filtros.

O primeiro filtro é aquele feito pelo próprio eleitor. Apenas aqueles que têm pendor para a política, que estão preocupados com o bem comum, se filiam aos partidos políticos, escolhidos de acordo com suas ideologias.

O segundo filtro acontece dentro de cada partido. Apenas aqueles que se destacam, que têm apoio popular, têm o reconhecimento de eleitores por seus desempenhos nas comunidades, em suas atividades, são escolhidos como candidatos.

O terceiro filtro é executado pelos eleitores que escolhem entre os candidatos aqueles que mais lhe representam, que têm características necessárias para desempenhar bem o mandato.

O quarto filtro atua em casos de não conformidades dos eleitos e pode acontecer pela cassação por seus pares ou por um supremo tribunal.

Temos consciência de quais são as 4 fragilidades deste modelo?

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Novos Políticos Para o Brasil

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

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Se queremos mudança, teremos que ser agentes de mudança e sair de nossa área de conforto.
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Selecionei dos posts do blog Democracia Já , aqueles que suportam a lógica do único caminho que consigo visualizar. Bem… refiro-me a um caminho de paz, sem rupturas, sem violência, dentro da legalidade, etc. São posts curtos, objetivos.
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Seus comentários serão muito bem vindos, pois somente juntos poderemos mudar este país, tornando-o mais justo e próspero.
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Questionário que ajuda a entender o real problema e ações concretas para superá-lo:
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O fato de determinadas coisas serem constatadas como óbvias não são o suficiente para se chegar a solução. Reflita sobre essas frases compiladas:
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Este é um trabalho que NINGUËM pode realizar de forma isolada, tem que ser assumida pelos ELEITORES:
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Focando nas próximas eleições de 2016…
Se o ELEITOR quiser mudar este país radicalmente, nas próximas eleições, este será o caminho:
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Ainda… Não precisa ler todos esses pequenos posts. Escolha um cujo título faz algum sentido para você e se fizer sentido vá para outro:
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O POVO e “seus” políticos – antes das manifestações de rua de Junho/2013… a crise de representatividade…
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Que Orelha Quer Queimar? – Esforçando para contradizer Friedrich Hegel (“A única coisa que o homem aprende da história é que o homem não aprende nada da história.”)
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#NovosPolíticos
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Para o Eleitor que Mudará este País!

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Para críticas, sugestões, ideias, etc. e… AÇÕES!!!

O ceticismo é uma de nossas maiores barreiras…
Em 2016, serão cerca de 150 milhões de eleitores escolhendo seus vereadores e prefeitos.
Haverá força mais poderosa do que esta?
Precisamos escalar a “seleção” que irá virar este jogo político.
Seguiremos escolhendo pessoas só pelo fato de serem famosas?
Seguiremos tendo que escolher entre os candidatos impostos pelos partidos?
Sabe só quem pode mudar isto?
VOCÊ, ELEITOR!

Sigo crendo que podemos mudar o cenário político a curto prazo e só depende do eleitor.

Teremos eleições municipais em 2016!
Os Novos Políticos terão até 2 de Abril de 2016 para filiar-se…

Elegeremos vereadores e prefeitos em mais de 5 mil municípios.
Se tivermos candidatos competentes e íntegros, o eleitor terá a oportunidade de votar nesses.

As votações no Tiririca, nas eleições de 2010 e 2014, mostraram que o eleitor, na falta de opções, prefere votar em um palhaço (voto de protesto).

É mais fácil eleger vereadores do que prefeitos.
Colocando, ainda mais simples, se elegermos bons vereadores, caberá a esses direcionar e fiscalizar os prefeitos eleitos.

Sabemos que o voto distrital é um bom caminho de se aproximar o candidato do eleitor, reduzir os custos de campanha, etc.
O voto, em municípios pequenos e médios, se aproxima do voto distrital, em eleições municipais. Nos grandes municípios é, também, possível o eleitor optar por candidatos de sua região geográfica.

As eleições seguintes, de 2018, de deputados, governadores, senadores e presidente, serão definidos pela nova base de novos políticos estabelecidas.

Ou seja, se… se… o eleitor quiser, este país mudará radicalmente dentro de 4 anos, no máximo.

Se isto faz algum sentido para você, vá ao link a seguir e veja lá mais sobre este movimento, em especial, aproprie-se do Manifesto de Eleitores para 2016.

Novos Políticos para o Brasil

Um forte abraço

Carlos Roberto Teixeira Netto

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Carta da Aliança dos Movimentos ao Congresso Nacional

Divulgando…

INTEGRA DA CARTA DA ALIANÇA DOS MOVIMENTOS AO CONGRESSO NACIONAL

BRASÍLIA, 15 de abril de 2015

Às suas Excelências senhores Deputados Federais, senhores Senadores, senhor Presidente da Câmara dos Deputados e senhor Presidente do Senado.
A democracia brasileira está fragilizada. A República está em risco. E o povo brasileiro está farto.
O povo cansou do desrespeito e da incompetência de alguns políticos e governantes brasileiros, e exige mudanças já.
AS RAZÕES
Vivemos um quadro assustador de corrupção no seio dos poderes constituídos. A corrupção é histórica, sim, e nem por isso admissível. Há 12 anos, porém, ela se tornou sistêmica e se institucionalizou na máquina pública em níveis sem precedência, como nunca antes visto. Um câncer a comer as entranhas já podres do país. Os sucessivos escândalos nos órgãos e empresas públicas vêm à tona e envergonham a nação. Agravado pela impunidade reinante, nós, cidadãos brasileiros, vivemos uma sensação de desesperança. A justiça não consegue cumprir seu papel de forma neutra e sem interferências de outros poderes.

O Executivo, tentando proteger suas bases de apoio político, interfere no livre andamento das investigações que deveriam ser conduzidas imparcialmente pelo Judiciário. Quando passamos a acreditar que malfeitores pudessem ser penalizados, assistimos incrédulos ao tratamento privilegiado de políticos criminosos, que não mais se encontram onde deveriam estar: junto aos outros contraventores, presos. O Brasil, ao tratar de forma diferenciada políticos e trabalhadores, não conseguiu deixar de ser um país injusto.

A associação da corrupção à impunidade impede o Brasil de se tornar um país desenvolvido.
O povo brasileiro, cansado e indignado, quer dar um BASTA nisso.

A ineficiência da gestão pública é outro tumor maligno que adoece o país. É responsável por fazer do Brasil um país desigual, mais pobre e estagnado. O Brasil não suporta mais o inchamento, o amadorismo e o clientelismo das máquinas públicas, o conhecido “toma lá, dá cá”.

No plano federal, as contas não fecham.

A Lei de Responsabilidade Fiscal, depois de desrespeitada, foi alterada para acobertar o crime cometido pelo Governo Federal e pela Presidente.

Obras, quando finalizadas, são entregues a custos inaceitáveis, ofensivos para os reais financiadores, os contribuintes.

O excesso de servidores comissionados agride os cofres públicos e a mínima decência. Programas sociais são descontinuados.

Os que continuam têm um claro e explícito ar eleitoreiro.

Os programas sociais condenam os mais carentes à escravidão em lugar de promover-lhes o crescimento.

A lógica é da universalização dos benefícios e não das oportunidades.

A saúde vive eternamente na UTI.

Brasileiros morrem diariamente nas filas do SUS.

A violência urbana cresce em escalada incontida, principalmente nas periferias, matando principalmente crianças e adolescentes, que perdem a vida na guerra diária das drogas. Mais de 50.000 mortes violentas por ano denunciam a falência completa da ordem pública. É uma guerra não anunciada.

O sistema público educacional não consegue cumprir sua função maior de formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. Não forma alunos preparados para ingressarem no ensino superior. Não capacita os jovens a serem profissionais qualificados. A economia enverga.

Os empregos somem. A inflação cresce. A moeda se desvaloriza. Administra-se por contingências – em um eterno apagar de incêndios. Aumentam-se as tarifas, os preços controlados e os impostos.

E o pior: para reparar seus maus feitos, o governo pede ao povo para pagar a conta da ineficiência.
Pagamos impostos a fundo perdido. Impostos que não voltam à sociedade na forma de serviços básicos de qualidade.

Tributos, que deveriam servir aos interesses e necessidades do povo, principalmente dos mais carentes e necessitados, são desviados, via corrupção, para enriquecimento próprio, para o populismo, para a conquista e manutenção de poder.

O governo federal está sem rumo. O povo brasileiro, farto e escorraçado, quer dar um BASTA nisso.

No campo da moralidade, a ética e a decência desapareceram. A mentira passou a ser procedimento costumeiro nos pronunciamentos do governo federal à nação. A trama da manipulação de dados é um aliado habitual para justificar os consecutivos erros.

Contabilidade criativa é o eufemismo que se usa para explicar o injustificável. Não existe transparência nos atos e nas contas. Não existe por parte do governo o reconhecimento dos equívocos e de suas fragilidades. Não existe pudor.

A falta de vergonha com que se diz a mentira como se fosse verdade é cínica e abusiva. Assustadoramente, criamos uma geração de crianças e jovens que assistem à mentira como padrão de comportamento de governantes, geralmente acompanhados de enriquecimento pessoal.

Exemplo maior ocorreu nas eleições de 2014, quando a presidente Dilma Roussef deflagrou o mais escancarado estelionato eleitoral da história do Brasil. O partido do governo, além de ser conivente com estas práticas, trata seus membros criminosos como ídolos, e continua a lhes atribuir poder.

O Partido dos Trabalhadores teve 13 anos de poder para mudar o Brasil, conforme prometeu em sua carta ao povo brasileiro em 2002. Ele recebe agora, do mesmo povo, uma carta que repudia a situação na qual o país foi deixado.

O povo brasileiro, desrespeitado e inconformado, quer dar um BASTA nesse estilo ilegal, ilegítimo e antiético de fazer política.

Esconde-se do povo inaceitáveis associações internacionais que ameaçam a democracia. O governo brasileiro patrocina, através de supostos investimentos e aberta ideologia partidária, países totalitários e populistas, organizados através do Foro de São Paulo. Este clube reúne todos os partidos de extrema esquerda da América Latina e Caribe, além de possuir visíveis indícios da participação de organizações criminosas e terroristas, como as FARC. O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, com forte influência no atual governo para o qual fez campanha, vem há anos, neste clube, idolatrando as práticas de líderes totalitários, entre outros da Venezuela, como Hugo Chavez e Nicolas Maduro.
O povo brasileiro não mais ignora este projeto, e educa-se politicamente para discernir o certo do errado.

Quem deveria resolver estes graves problemas do Brasil?

A REPRESENTATIVIDADE

Como representantes constituídos pela sociedade, resta a Suas Excelências o DEVER de atuar na solução destes problemas.
A trágica realidade brasileira, agravada por um sistema político com fortes traços populistas, e que não tem a sociedade como principal beneficiária, vem há uma década indignando o povo brasileiro, que não mais aceita ser apenas um coadjuvante no projeto do governo.

E O POVO ACORDA
Cansados deste cenário frustrante, ao longo dos últimos anos, vários movimentos democráticos e apartidários lideram nas redes sociais campanhas maciças de conscientização do povo para as grandes questões políticas e sociais.

Em 2013, grupos saíram às ruas em protesto contra atos do governo federal, da classe política e do judiciário. Diante da situação que passou de grave a inaceitável, a partir de outubro de 2014 movimentos passaram a sair às ruas de forma consistente e organizada. Até fevereiro de 2015, foram seis manifestações de massa, e vários atos públicos simbólicos em dezenas de cidades por todo o país.

Diante da ausência de resposta do governo e do Congresso, em março e abril de 2015, num espaço de quatro semanas, o povo saiu às ruas nas duas maiores manifestações espontâneas da história da América Latina. Elas ocorreram em mais de 450 cidades por todo o Brasil, em todas as regiões. Trouxeram às ruas mais de três milhões de brasileiros de todas as classes sociais, indignados com o desrespeito do governo e da classe política.

A voz das ruas é uníssona:

  • desaprovação ao governo federal;
  • solicitação de julgamento neutro e condenação de todos os envolvidos em crimes de corrupção;
  • repúdio e revolta às manobras descomprometidas com a justiça e a verdade, protagonizadas por membros da mais alta corte da justiça brasileira.

Os históricos protestos, mesmo envolvendo milhões de pessoas, foram pacíficos, democráticos, cívicos e ordeiros. O povo vem às ruas na esperança de ter sua voz e seus pleitos ouvidos por aqueles que constitucionalmente estão na condição de representantes de seus interesses. Verdade legal que, hoje, desperta dúvida real, uma vez que o próprio representante que não dá a devida atenção a tais pleitos, põe em questionamento tal legitimidade.

Note-se que para cada uma das grandes manifestações de março e abril o Governo Federal e o Partido dos Trabalhadores também chamaram, em datas próximas, seus simpatizantes para virem às ruas. Em março, o número de pessoas pró governo foi 40 vezes menor que os manifestantes contra o governo. Em abril foi 100 vezes menor e, acompanhado de violência.

A proporção entre os movimentos de rua pró e contra governo demonstra o sentimento e o posicionamento da sociedade diante da grave situação política, econômica e ética do país. Diante disso, os representantes do povo devem agir.

PROPOSTAS CONCRETAS
Atendendo a urgência que o momento exige, viemos neste instante apresentar ao Congresso Nacional a primeira pauta de reivindicações da agenda construtiva para um novo Brasil:

1) Enfrentamento real da Corrupção através do fim da impunidade
a) Aprovar, prioritariamente, as 10 medidas de combate à corrupção apresentadas pelo MPF;
b) Submeter os acordos de leniência à anuência do Ministério Público;
c) Apoiar incondicionalmente o Juiz Sergio Moro, o Ministério Público Federal, e a Polícia Federal nas investigações da Operação Lava Jato;
d) Agravar as penas para corrupção, aprovando-se o projeto de lei 915, que cria o crime de Lesa Pátria;
e) Fortalecer a Polícia Federal para combater a corrupção;
f) Indicar servidores concursados, de carreira, idôneos, com amplo reconhecimento e competência comprovada para os cargos do STF, STJ, TCU, STM, MPF e TSE, com prazo de mandato definido e com posterior quarentena;
g) Senado exercer papel de controle efetivo da capacidade dos indicados acima, por meio de sabatina, com critérios objetivos de imparcialidade, convidando técnicos da OAB, CNJ e MPF para compor o grupo avaliador;
h) Implementar eleições diretas por entidades representativas para escolha dos Procuradores Gerais, com o fim de listas tríplices e escolhas arbitrárias pelo chefe do Executivo;
g) Afastar o Ministro Dias Toffoli do STF e TSE por não atender ao critério de imparcialidade.

2) Presidência da República
a) Pedir ao STF e ao Procurador Geral da República a abertura de investigação por crime comum da cidadã Dilma Vana Roussef;
b) Apreciar com transparência os pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Roussef apresentados ao Congresso.

3) Choque de ordem e transparência na gestão pública
a) Abertura total dos contratos de empréstimos realizados pelo BNDES, fim de empréstimos do BNDES a outros países e a empresas doadoras em eleições. Rejeição da MP 661;
b) Reduzir o número de ministérios, o número de cargos comissionados e o tamanho da máquina pública;
c) Transparência nas contas de todas as empresas públicas ou com participação societária do estado brasileiro;
d) Total transparência e redução dos gastos de parlamentares e governantes, incluindo os cartões de crédito governamentais;
e) “Revalida” para todos os médicos estrangeiros atuando no Brasil;
f) Redução e simplificação dos impostos.

4) Educação
a) Qualidade total na educação básica, sendo a mesma universal e meritocrática;
b) Fim da doutrinação ideológica e partidária nas escolas. Aprovação do PL 867/2015, “Escola Sem Partido”.

5) Ajustes no processo político eleitoral
a) Maior justiça, legitimidade e representatividade nas eleições pela implantação do Voto Distrital;
b) Eleições com registro eletrônico e impresso do voto, auditáveis por empresa idônea e partidos;
c) Revisão do financiamento público de campanhas. O Estado não suporta mais patrocinar a atual farra eleitoral;
d) Mandato único – Fim de reeleição para todos os cargos executivos.
É importante frisar que novas pautas serão apresentadas e outras complementadas, nas próximas semanas, vindas do diálogo com as ruas, e conduzidas pelos vários movimentos democráticos, ressaltando que repudiamos qualquer tipo de controle da mídia ou limitação na liberdade de expressão irrestrita de todo e qualquer brasileiro.

O POVO QUER AÇÕES, NÃO PROMESSAS
A expectativa do povo brasileiro é que o Congresso Nacional não os abandone em seu dever moral e constitucional, encaminhe e execute estas demandas do povo brasileiro. Cada parlamentar, individualmente, deve se comprometer publicamente com o povo a promover esta execução de forma sistemática e organizada, com agenda e pauta e encaminhar as demandas com a rapidez que o momento exige. Não queremos discursos, nem promessas. Queremos ação efetiva em busca de soluções que signifiquem avanços políticos e sociais para o Brasil através dessas demandas. Queremos proatividade, rapidez, objetividade e determinação em executá-las.
As bases para a construção de um novo presente e futuro para nossa nação estão lançadas. Elas levarão nosso país para onde os brasileiros já mereciam estar há muito tempo.
Acabou-se o tempo do conformismo. Os trabalhadores brasileiros não mais tolerarão políticos que governam para causas próprias. Não mais assistirão impassíveis às manobras que visam a manutenção do poder. Não mais aceitarão um governo mentiroso.
BASTA de desrespeito.

Estaremos atentos às ações do Congresso a partir de hoje, para observarmos qual a prioridade que ele dará à execução expressa das reivindicações das ruas. Estaremos igualmente atentos às ações do Executivo e do Judiciário, que têm papel de protagonismo em várias das reivindicações apresentadas. Os resultados efetivos que os três poderes atingirem na execução das demandas apresentadas levarão os brasileiros a decidir como proceder daqui para frente.

Os Movimentos de rua que aglutinaram milhões de brasileiros indignados, continuarão a atuar quando necessário, seja em caráter de massa ou local, sempre de forma ordeira, constitucional, e incisiva.
Exigimos um país politicamente mais ético, economicamente mais forte, socialmente mais justo. Não aceitaremos nada menos do que isso.

Um Brasil do qual seu povo, nesta e nas próximas gerações, possa finalmente se orgulhar.

Brasília-DF, 15/04/2015

Movimentos signatários:
Avança Brasil – Mudança Já
Basta Brasil
Brava Gente Brasileira
Chega de Impostos
Diferença Brasil
Eu Amo o Brasil
Instituto Democracia e Ética
Movimento 31 de Julho
Movimento Acorde
Movimento Brasil Contra a Corrupção
Movimento Cariocas Direitos
Movimento Cidadania Brasil
Movimento Fora Dilma
Movimento Jovens Transformadores
Movimento Guarulhos Livre
Movimento Muda Brasil
Movimento Pró Brasil
Movimento Quero Me Defender
Movimento Voz do Brasil
Muda Brasil
Nação Digital
Nas Ruas
Organização Contra a Corrupção
Pátria Livre
Reage Brasil
Vem Pra Rua

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Manifesto de Eleitores – Eleições 2016

A mudança virá no prazo que, nós, eleitores, quisermos.
Se queremos, somente, depois de gerações, teremos.
Se queremos já na próxima eleição, assim será.
Só depende dos eleitores: NÓS!

Temos que ir um pouco além do que já temos feito, pois o cenário não mudará por si só.

Visitando um amigo, assessor parlamentar há 28 anos, ele foi bem claro ao dizer que o nível de nossos congressistas tem piorando eleição após eleição. Isto não se consertará por si só sem a participação ativa dos eleitores, pois aos partidos só interessa manter o jogo do poder.
O processo está enviesado, viciado. Um processo onde pessoas de bem, competentes e íntegras se afastam; pessoas de má índole e/ou mal intencionadas são atraídas pelo binômio poder & impunidade, não pode dar certo. Só há uma única maneira de mudar isto de forma sustentável e passa pelos eleitores…

Segue o Manifesto de Eleitores das cidades que visitamos. Se fizer sentido para você, assine e repasse.
Se está em outra cidade, inicie seu manifesto e se quiser, nos informe, seria motivador.

Campinas

http://www.citizengo.org/pt-pt/15990-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-2016-campinassp

Curitiba

http://www.citizengo.org/pt-pt/15993-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-municipais-2016-curitibapr

Niterói/RJ

http://www.citizengo.org/pt-pt/15995-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-municipais-2016-niteroirj

 Rio de Janeiro/RJ

http://www.citizengo.org/en/15591-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-municipais-2016

 São José dos Campos

http://www.citizengo.org/pt-pt/15991-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-municipais-2016-sao-jose-dos-campossp

 São Paulo/SP

http://www.citizengo.org/pt-pt/15996-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-municipais-2016-sao-paulosp

Fiz uma compilação de frases e para mostrar que existe um problema sistêmico que aqui no Brasil pelo binômio poder e impunidade se agrava de forma catastrófica:
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Liberalismo vs. Socialismo (Sergio Luiz Bragatto)

No intervalo do cafezinho no escritório, um funcionário comenta que ‘Eu e meu irmão conhecemos todas as ruas de São Paulo pelo nome’. Um outro retruca ‘Fantástico isso! Então diga, onde fica a Rua Madre Theodora?’ A resposta vem imediata: ‘Esta meu irmão é quem sabe’!
Esta velha piada é exemplar para uma questão que interessa muito à Filosofia. Trata-se do uso da conjunção “e” no vernáculo. Em várias línguas o mesmo problema ocorre: a interpretação do “e” depende do contexto. O mesmo acontece com “ou” e inúmeras outras. Se palavras corriqueiras, que usamos no dia a dia, podem ter significados diferentes, é fácil perceber porque nas ciências é necessário adotar outras linguagens, como é o caso na lógica, na matemática. Mas os contextos de emprego das palavras de uso diário normalmente permitem que a intenção no uso seja corretamente apreendida, com exceção de alguns casos, como na piada acima.

Já o caso das palavras de significado complexo não é tão fácil, e resta muita confusão, não raro aproveitada consciente ou inconscientemente pelos que se pautam por profecias para engrupir uns e outros.

É o que se dá justo com a palavra Ideologia, um termo que na origem tem um sentido preciso com Hegel e Marx, mas que hoje é muitas vezes mal empregado – por exemplo, como sinônimo de ideário, o que é fonte de equívocos. Quantas vezes ouvimos um socialista papaguear algo do tipo ‘ … você tem de ter uma ideologia, sem ideologia você não tem nada.’ Ou então ‘ cooomo, você não é nem de esquerda nem de direita??? ‘. A totalidade dos socialistas que encontrei não soube dizer o que é ideologia. Mas papagueia pela cartilha.

A calhar vem a nosso auxílio neste momento o professor de filosofia e ética da Unicamp Roberto Romano [vindo “da esquerda”, e ele como filósofo tem obrigação de saber], por ocasião dos ataques do PCC em São Paulo, [lembram? O PCC então brandia nas ruas justificativas socialistas para queimar ônibus, passadas diretamente a eles por ativistas políticos da extrema esquerda],numa entrevista ao estadão ‘ [descreveu] ideologia como discursos e representações que apresentam uma realidade complexa com enunciados simplistas, investindo contra os fatos em benefício próprio. E acrescentou: “Já disseram que os criminosos de Shakespeare seriam muito piores se tivessem uma ideologia. E isso é uma verdade.” (oesp 13-08-2006)’

Mas o caso de ideologia é simples, se comparado com liberalismo, que tem muitas diferentes acepções.

Os EUA são um país liberal. No momento em que dizem isso, até os americanos sabem que não se referem aos Democrats, mas ao liberal que consta na expressão democracia representativa liberal. No entanto,  complicando muito a situação, nos EUA os adeptos do partido Democratic se dizem professar o liberalismo, sem mais, quando deveriam dizer liberalismo político, e os jornalistas americanos adotam esse hábito. [Isto não ocorre nos demais países de língua inglesa.] E os EUA são muito influentes, a confusão diária dos jornalistas brasileiros em cima disso é uma contínua piada, principalmente quando mal traduzem textos publicados pela imprensa americana.

Para evitar a ambiguidade, Popper adotou a expressão Sociedade Aberta, cujas ideias desenvolveu em profundidade na sua obra mais universal e acessível, “A Sociedade Aberta e seus Inimigos”. As ideias é que importam, e não as definições [pelo caminho linguístico], como ele sempre fez questão de pontuar. [para não ter o mesmo triste fim na mão dos nacional-socialistas no entre-guerra que tiveram vários parentes próximos seus, migrou para a Nova Zelandia, e teve de aprender um inglês impecável para sobreviver; ele conta como isso o ajudou a se libertar das armadilhas linguísticas, por ele muito estudadas – escreveu A Sociedade Aberta direto em um inglês muito elogiado por acadêmicos da língua; de fato, a obra flui com uma clareza notável]

Sem dúvida a melhor fonte para entender o liberalismo da democracia representativa liberal a meu ver é esta obra de Popper. Este liberal refere-se à Liberdade do indivíduo que vive em sociedade, seu conceito, suas razões, suas limitações, suas implicações. Popper seca o assunto, não há posicionamento relevante dos pensadores a respeito que ele não apresente de maneira muito clara, da Grécia Antiga até hoje. Abaixo, um pequeno excerto, em que ele se refere a protecionismo e liberalismo:

. . . .The view of the state which I have sketched here may be called ‘protectionism’. The term ‘protectionism’ has often been used to describe tendencies which are opposed to freedom. Thus the economist means by protectionism the policy of protecting certain industrial interests against competition; and the moralist means by it the demand that officers of the state shall establish a moral tutelage over the population. Although the political theory which I call protectionism is not connected with any of these tendencies, and although it is fundamentally a liberal theory, I think that the name may be used to indicate that, though liberal, it has nothing to do with the policy of strict non-intervention (often, but not quite correctly, called ‘laissez faire’). Liberalism and state-interference are not opposed to each other. On the contrary, any kind of freedom is clearly impossible unless it is guaranteed by the state 42. A certain amount of state control in education, for instance, is necessary, if the young are to be protected from a neglect which would make them unable to defend their freedom, and the state should see that all educational facilities are available to everybody. But too much state control in educational matters is a fatal danger to freedom, since it must lead to indoctrination. As already indicated, the important and difficult question of the limitations of freedom cannot be solved by a cut and dried formula. And the fact that there will always be borderline cases must be welcomed, for without the stimulus of political problems and political struggles of this kind, the citizens’ readiness to fight for their freedom would soon disappear, and with it, their freedom. (Viewed in this light, the alleged clash between freedom and security, that is, a security guaranteed by the state, turns out to be a chimera. For there is no freedom if it is not secured by the state; and conversely, only a state which is controlled by free citizens can offer them any reasonable security at all.). . . .

liberalismo coloca o indivíduo acima da sociedade, considera deveres do Estado defender os direitos do indivíduo, e combater os privilégios de pessoas e de grupos, particularmente os do poder econômico e do governo da vez. Reconhece o mérito como fator importante do desenvolvimento, e considera o Estado como detentor do monopólio da violência.

socialismo coloca a sociedade acima do indivíduo através do seu coletivismo, e coloca a profecia do Marx, que teria descoberto o enigma da História [nas suas próprias palavras], como um dever a cumprir. O Estado, no fim do processo percorrido na sua metodologia, é desnecessário, e uma classe única deve persistir. [até a falência do socialismo na queda do muro, a nomenklatura só fez aumentar em tamanho e corrupção]

A partir da implantação da democracia representativa liberal, que não cessa de evoluir, o grande sucesso levou inúmeros países a adotá-la. Mas este sucesso também exacerbou o rancor dos socialistas, o que tem causado grande sofrimento aos povos onde o socialismo ainda rege. E mesmo onde o país não é socialista no papel, mas o governo de plantão reze pelo socialismo socialista.

Não há gurus, não há almoço grátis.

Sérgio Luiz Bragatto, Engenheiro de Eletrônica formado em 1966 no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), com mestrado em Sistemas de Controle e especialização em Eletrônica de Potência.

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Pesquisando sobre Candidatos e Partidos na Política Brasileira

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

PerfilCandidato

Preparei um questionário sobre os candidatos e partidos de nossa política.

A ideia é que ao responder você se pergunte: O que está a meu alcance fazer?

As respostas podem ser vistas, após ter respondido e submetido. Comentários e críticas são muito bem vindas.

Este questionário pode dar clareza ao nosso cenário político e onde temos que focar, SE… se queremos um futuro diferente. Desnecessário dizer da urgência…

É, também, minha contribuição de uma consultoria gratuita aos partidos:

Se quiserem acertar o caminho é só ouvir o eleitor!

MAS, ESCUTEM, DE VERDADE!

Observação: Se tiver alguma dificuldade em usar o formulário a seguir, pode usar, também, este link:

https://docs.google.com/forms/d/11qKaUY3NpK45Nu8DwXBIP7qdcfENymnqz4dBOmZojSw/viewform

 

 

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Mãos à Obra !

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Já parti para o que julgo ser a única saída sustentável, pacífica e sem rupturas para esta situação política que vivemos. Tem uma beleza e desafio: SÓ DEPENDE DE NÓS!

Estabeleci uma meta de 23 mil novos políticos até 2023. Terão que ser 2.300 por ano. Perfil desses: competentes e íntegros.

Estou mirando em três grupos.

O primeiro de resultado a curtíssimo prazo. Pessoas na faixa dos 50 anos que já se provaram e já tem seu patrimônio pessoal e não precisam se vender. Tem uma vida a apresentar como CV. Estariam começando sua aposentadoria.

O segundo grupo seria formado por aquelas pessoas na faixa de 40-50 anos, competentes e íntegros, que sejam funcionários públicos e que possam se licenciar por um tempo e retornar depois de ter prestado este serviço ao país.

O terceiro grupo seria formar jovens de baixa renda, pois os de classe média querem distância da política e não os julgo por isto. Pequenos círculos de amigos apadrinhariam esses jovens, entrando na faculdade e dando a eles treinamento, viagens para conhecer outros países e sistemas de governo. Estariam fazendo relatórios, publicando artigos e acompanhando as câmaras legislativas e consultas públicas.

A eleição vem aí e precisamos de candidatos competentes e íntegros, ou seguiremos descontentes e falando mal do governo. Desculpe-me. Já não estou comprando mais banana verde…

O criador do ITA, Casimiro Montenegro Filho, olhou para o Brasil, pouco depois da II Guerra e viu que o Brasil precisava de uma indústria aeronáutica. Começou pela educação, criando o ITA. Olhe para o Brasil e veja se o país não precisa de novos políticos, competentes e íntegros.

O modelo atual da política brasileira repele pessoas competentes e íntegras e atrai pessoas de má índole e/ou mal intencionadas. Se não revertermos isto, nada poderá resolver o problema que temos. Simples assim.

Estarei indo a Brasilia, no dia 12 de março e lá estarei falando com alguns poucos políticos com este perfil (competentes e íntegros). Para que eles entendam o que pretendo e que eles nos ajudem neste processo.

Na última eleição, o  vice da Marina, Guilherme Leal, já começou algo muito consistente. Link: RAPS: A nova turma RAPS 2014 ficou assim distribuída: 47 Líderes RAPS,  46  Empreendedores Cívicos e  59 Jovens RAPS.

Toda pessoa que converso tenho colocado esses pontos e peço que se ela não for a pessoa certa para entrar na política, que encontre pelo menos uma. Incentive-a, apoie-a.

Estarei reunindo-me com amigos em Niterói para colocar isto na prática, já nessas próximas eleições. Vamos ver como anda.

Outra frente paralela a esta é a campanha junto aos partidos para que deixem de apresentar candidatos que eles querem e passem a apresentar candidatos com o perfil que o eleitor quer (competente e íntegro). Quem fizer isto primeiro e bem feito partirá com 30% de vantagem (mais ou menos os eleitores que não querem seguir votando no menos pior dos piores).

Fiz estas duas apresentações que resumem isto:

O POVO e “seus” políticos:

e

Uma ficção possível para o Estado do Rio de Janeiro :

Se puder ler e reler o que escrevi acima e me der um retorno sincero. Se faz sentido, etc. Pois, tenho pensado muito e existem outras ideias muito boas como o voto distrital, a criação de partidos como o Partido Novo, uma nova constituição uma reforma tributária, criar a opção do voto “Nenhum dos anteriores” como forma de declarar a nulidade da eleição, etc. Tudo isto tomará tempo e passa pelo gargalo que são os “novos políticos”.

Se puder ler a Parábola da Lâmpada (*), entenderá do que estou falando. Temos que entrar na política, pois é a única maneira de mudar isto que está aí. A terceirização da política não funcionou. A política é muito importante para ser deixada com os políticos. Ou seremos uma outra Venezuela ou Ucrânia, em um horizonte curto de tempo.

(*) https://sites.google.com/site/novospoliticosparaobrasil/dashboard2/a-parabola-da-lampada

Segue algumas das atividades que destaco, desta caminhada:

SãoPaulo: Meu ex-chefe, Luiz Fortes, sugere uma prova de conceito. Para isto elegi Niterói.

09/03 – Cataguases: Entrevista com ex-prefeito, Tarcísio Henriques.  Lideranças partidárias, geralmente, são barreiras a candidatos competentes e íntegro. Participo de reunião com vereadores e cidadãos preocupados com o futuro da cidade. Pelo menos um novo político foi abordado (JH).

12/03 – Brasília: Encontro com o deputado Emanuel Fernandes.  As estruturas partidárias, também, são barreiras a candidatos competentes e íntegros.

12/03 – Brasília: Encontro com Henrique Ziller, da Ouvidoria do TCU. O fato dele ter decidido a se candidatar para dar sua contribuição para a política, mostrou-me esta outra importante fonte de Novos Políticos.

25/03 – Rio de Janeiro: Encontro com amigos e amigos de amigos para discutir o diagnóstico e ações.

13/04 – Niterói: 1a. apresentação. Três possíveis Novos Políticos.

26/04 – Campinas: 2 apresentações, com a presença de ex-guerrilheiros, um do MR-8 e outro do Colina. Ambos perceberam que o caminho para a justiça social não poderia ser pela violência e a democracia é o caminho.

09/05 – Niterói: O grupo original que se prepara para lançar candidatos a vereadores em 2016 decide apoiar candidata deputada federal,  Marilene Vieira. Apoiamos a candidata, mas não o partido. Será um teste para participar de uma campanha sem recursos financeiros que não sejam de eleitores.

12/05 – Curitiba: 7 apresentações (21 pessoas). Conhecemos a vereadora Carla Pimentel e dois potenciais Novos Políticos.

03/06 – Niterói: Apresentação de modelo de Desenvolvimento Transformador, da Visão Mundial, para Marilene Vieira, que se dispôs usar os conceitos, se eleita. Este modelo visa o desenvolvimento integral da criança, protegendo-a e propiciando um ambiente adequado a seu desenvolvimento saudável.

07/06 – São Paulo: Encontro com engenheiros do ITA e amigos

10/06 – Niterói: 3a. Rodada da apresentação do Novos Políticos para convidados de Marilene Vieira

05/08 – Niterói: 4a. Rodada da apresentação do Novos Políticos para convidados de Marilene Vieira

16/08 – São José dos Campos: Encontro com engenheiros do ITA e amigos

Este NÃO é um projeto de uma pessoa, mas de todo eleitor que acredita que este país pode mudar a partir de suas ações junto a amigos e amigos de amigos. 

#PoliticosParaOBrasil

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Cidadania · Educação · Ideologias · Todos

Direitos Humanos – o inferno é o outro? (Lucimar Borges)

Segue um texto de Lucimar Borges que ela publicou em seu Facebook e damos aqui uma maior divulgação. Mostra muito das rotulações que as pessoas dão umas às outras e da inapropriedade de fazê-lo.

O Brasil vive um momento muito delicado onde uma minoria que domina a política quer se manter no poder e faz de tudo para isto, inclusive disseminando ódio, informações falsas, usando de falácias, etc. Não podemos entrar neste jogo, não devemos nos deixar manipular.

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Texto de Lucimar Borges:

Não sei o que acontece neste nosso país para subvertermos a ordem de tal forma, que defender o errado é aplaudido e qualquer discordância é atacada com virulência, com deboche, rotulado: você é “coxinha”, “de direita”, e algumas outras coisas que a minha educação não me permite citar.

Há um grupo que clama somente para si o direito de ter idéias e governar. Mesmo que isso signifique atropelar o bom senso, o corpo de leis, a ética e a razão.

Não sei quem foi que decidiu que, para se defender direitos humanos, para se desejar que a lei seja cumprida e a Constituição respeitada, que haja oportunidades para todos, que as pessoas tenham acesso à saúde, educação, transporte, lazer, trabalho, com dignidade, se precisa ser de esquerda. E que os “de direita”, burguesia, medíocres, status quo, capitalistas selvagens, medíocres se importam apenas consigo mesmos…. quem foi que decidiu isso?

Muita falácia… muito populismo… não consigo entender tentar justificar tantos desmandos dizendo: – “Ah, mas eles ali do outro partido também fazem.” Ou como crianças: “ele fez primeiro”! Como se assim ficasse combinado que ninguém merece castigo! De onde veio essa distorção infame?! Arrancaram a pagina que define ética e verdade dos nossos dicionários?
Pois bem: não sou essa esquerda que está aí, nem a que veio antes, nem serei nada parecido, se vierem outras do gênero… vale dizer que também não sou esse bicho disforme que estão chamando de direita, atualmente: não acho que a auto-tutela é justificada porque o sistema está em crise, a polícia e/ou o judiciário não fazem seu trabalho e existem milhões de brechas legais que permitem a impunidade.

Não, não quero, nem vou adotar um bandido e trazê-lo para minha casa. Mas, não é por isso que quero ver pessoas tomando em suas próprias mãos “a justiça” e prendendo um rapaz num poste depois de espancá-lo – porque disseram que ele era um bandido, simplesmente porque era um bandido (?!). Também não quero ver barbáries dentro de presídios, transformando seres humanos que já perderam muito de sua humanidade, em algo desprezível e menor que animais.

Isso faz de mim o quê?

Se você for mal educado para responder, por favor, guarde para si o que pensa… tenho direito de discordar e me manifestar sobre esse estado caótico das coisas.Nunca faltei com o respeito porque alguém pensa diferente de mim – e tenho em meu círculo social e de amigos pessoais, gente que pensa muito diferente de mim! Mas vou ser veemente no meu direito de me posicionar e lutar pelo que acredito! Não, você não é obrigado a concordar comigo. Mas, se discordar, seja gentil e mantenha a elegância – faz parte de sermos pensantes e civilizados…

Mas, se for de perfil radical… Sim, pode me apedrejar, sou pelos Direitos Humanos! Sou, sim! Antes de mais nada, pergunto: não  deveríamos  ser simplesmente a favor da vida, rejeitando toda forma de crueldade? Vi milhões de postagens defendendo animais machucados e mal tratados – é, dizem que é porque eles não fazem mal a ninguém… Não consigo entender que a foto de animais torturados possa gerar mais comoção do que a foto de um ser humano espoliado, humilhado, torturado. Ou seja, o menor dos animais tem mais valor do que qualquer ser humano? É isso mesmo? …Pois é…não é isso que penso. A violência é desumana – não importa qual seja seu objeto ou vítima.  Isso faz de mim o que?” Coxinha”, esquerda maluca? Indecisa? Louca? iletrada, manipulada? alienada? Esses rótulos não me dizem nada. Me recuso a abrir mão da minha humanidade.

Olho para o mundo, para as notícias e é tudo muito assustador… o Brasil se torna um capítulo especial e exponencial de uma crise ética e de valores .

Na França, saem às ruas gritando “fora judeus” ( como se não tivéssemos vividos horrores da guerra e desse tipo de intolerância), em SP espancam um rapaz porque é gay, o mesmo acontece na Rússia,  no USA uma criança de 11 anos comete suicídio porque era fã de um programa  – sofreu tanto bullying,  que não resistiu e tirou a própria vida. Em Brasília, a bancada ruralista diz que as condições subumanas impostas a trabalhadores do campo não caracteriza trabalho escravo. Preciso citar a miséria em todos os níveis, no Maranhão?

Os partidos e candidatos se odeiam, se atacam. Depois se beijam e criam estratagemas milionários, levando dinheiro em maletas, roupas íntimas ou participando de grandes esquemas, montados pra impedir o rastreamento de recursos desviados – e se dão cobertura, para garantir que, se presos, sairão ilesos – para esse tipo de acordo infame, não importa a sigla do partido, vale a tal sopa de letrinhas… vale o “tamo junto”, no melhor estilo gangster das favelas, mas de terno e gravata… E com títulos e graduações… podemos amarrar esses no poste, também ? Ah, não, claro que não!

Faltam materiais, leitos, equipamentos e medicamentos em hospitais. Faltam merenda e material escolar  nas escolas….

Um Desembargador( sério ? mesmo?!) sugere a campanha “adote um preso”, transformando a defesa dos direitos humanos numa piada – colocando tudo num pacote embrulhado com a etiqueta “piegas, ridículo, idiótico”… uma jornalista apoia, em grande emissora, com veemência a ideia, como quem diz, “se você gosta dele, de bandido, leva pra casa!” Num apelo emocional e irracional que soa como música aos ouvidos de uma sociedade cansada de ser roubada, violada… e, imediatamente as pessoas pensam: “é, está com pena? Leva pra casa” … como se isso fosse a resposta, como se não fossem pagos bilhões em impostos para que o sistema e as prioridades fossem administradas por uma liderança política, devidamente eleita para fazer esse trabalho! Para trazer ordem e desenvolvimento ao paīs! Mas que está ocupada demais buscando formas fáceis de enriquecimento ilícito! Fazendo festas regadas a Romanee-Conti na França com recursos dos contribuintes, ou viajando com amante, mala cheia de dinheiro – público…

O mais interessante é que, após um julgamento e devido processo legal, os poucos políticos que foram presos não quiseram comer da comida da cadeia e uma cantina foi reformada para acomodá-los e para que ficassem isolados dos outros presos… pois é, mas quem é corrupto e participa de esquemas lesando o patrimônio público, roubou da saúde, da educação, do transporte, comprometeu o crescimento do país, roubando futuros postos de emprego… então é diretamente responsável por algumas crianças que vão permanecer na violência, no submundo e um dia estarão enchendo mais cadeias… no futuro bem próximo!

É, mas não tem problema: não receberam merenda ou carteira escolar quando crianças…. porque deveriam receber qualquer coisa agora, adultos, em estado meio selvagem, cheios de vícios, perversidades e doenças? algumas pessoas até sugerem: vamos usá-los para fazer testes em vez dos lindinhos ratinhos, pobrezinhos!  Os presos, eles sim, merecem ser torturados, desprezados e mortos… “bandido bom é bandido morto!” Soa bem, soa justiceiro, não? (só pra registrar, para os desavisados: estou sendo irónica!).

Já vejo algumas pessoas reduzindo meu texto e a essência do que digo porque ousei dizer que presidiários são melhores que ratinhos. Então, apesar de saber que não vai adiantar a ressalva, já antecipo: não sou a favor de crueldade contra animais. E muito menos contra seres humanos… Na verdade, me pergunto que tipo de mundo estamos construindo? Como é fácil perder o senso de humanidade… violência, mais violência, não é e nunca foi solução, senão geradora de mais problemas, ódios e desigualdades.

Não, não gosto de corrupção, de violência, de pessoas que são pagas com meus impostos e não fazem o seu trabalho, não gosto mesmo!

Não apoio e não escolho nenhuma dessas coisas! Aliás, quero muito removê-las de suas privilegiadas posições..

O que mais eu quero?

Que esses bilhões recolhidos aos cofres públicos se revertam em educação, em saúde, em postos de trabalho sem escravidão e com dignidade, que haja transporte público de qualidade e segurança nas ruas.

Quero que esses bilhões sejam investidos para que haja menos “monstros”na cadeia, quero prisões vazias, como na Holanda…quero escolas e universidades cheias, de professores e alunos!

Não, não sou nem esquerda, nem direita como se conceitua no Brasil.

Não, não sou centro, em cima do muro: sei muito bem o que quero na minha vida cidadã. E, tambēm,  o que não quero!

Esse discurso falido de direita/esquerda, de burguesia e capitalismo selvagem, de “coxinhas”, de “comunas” e “esquerda caviar” já deu pra mim! Isso é discurso de quem não quer mudar, de quem quer confundir e rotular.

O que é ético, legal, o correto não tem lado. Apenas é. O que é errado, fisiológico, corrupto também não tem.

Não me interessa quais foram as letrinhas partidárias que cometeram ilícito, que lesaram a nação… as mãos desse país – direita e esquerda – estão sujas de sangue. Cometeram crime contra esta geração. E estão numa clara tentativa de genocídio das próximas. Não sou essa direita distorcida, assim rotulada, nem essa esquerda que envolveu o país num mar de lama e escândalos. Sou brasileira. E isso que está aí, não é bonito. Não é democrático. Não é humano, não! E o Brasil que trabalha, que paga impostos, não merece esse cenário, esse descontrole!

O que está sendo ensinado aos nossos jovens e crianças? Que eles só precisam ser plasticamente bonitos, conviver com suas tribos e que está tudo bem se queimarem índios, prenderem bandidos no poste, lesarem o fisco, irem para um cargo público e não trabalharem, usarem suas posições e influência em benefício próprio? Que tudo bem se anestesiar vendo os “reality shows” e chorar no último capítulo das novelas – diga-se de passagem, muitas das vezes torcendo pro vilão se dar bem? E que o ” outro” é só uma palavra sem significado….não importam os outros….o inferno é o outro…é isso mesmo?

É…com certeza, isso não me representa, não!

Cidadania · Educação · Executivo · Impunidade · Todos

E a farra continua… Um “rolezinho” em Portugal (Por Lior Messer)

E esses representantes do Povo seguem se portando como usurpadores do poder… Uma hora, essa farra acaba!

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Texto de Lior Messer:

Vamos ver se eu entendi. Segundo a versão oficial, a escala em Lisboa não estava planejada e foi necessária, pois as condições meteorológicas na rota não dariam a certeza de que a viagem Zurique-Havana seria possível com a autonomia de vôo do Airbus A319.

Não sou piloto de avião nem porta-voz da presidência mas se eu estou dirigindo um carro e acho que vai faltar gasolina, eu paro num posto de gasolina e abasteço antes de seguir viagem. Com avião é diferente? Nem um pouco, bastava fazer uma parada no aeroporto de Lisboa, encher o tanque e tocar para Havana.

“Ah, mas demora horas para encher o tanque de um Airbus A319”.

É mesmo? Pois eu dei uma pesquisada por “tempo reabastecimento A319” descobri que leva menos de uma hora. Na verdade, um estudo realizado nos aeroportos brasileiros (que devem ser o supra-sumo da eficiência) deu uma média de 35 minutos. Segue o link:

ANÁLISE DOS TEMPOS DE PARADA DE AERONAVES SOB A PERSPECTIVA DA TROCA RÁPIDA DE FERRAMENTAS (pag. 8 a 10)

Outra coisa interessante é que a escala não estava programada mas, como por um milagre, a comitiva presidencial conseguiu encontrar 30 quartos disponíveis em dois hotéis! Será que usaram o decolar.com??? É só verificar a data em que foi feita a reserva.

Ou seja, escala não-planejada é o cacete. Se quisessem poupar dinheiro do contribuinte, bastava ficar todo mundo sentadinho no avião por uma hora no máximo, reabastecer e tocar a viagem. Foi farra com o dinheiro público, sim. Das boas, por sinal. Não me escandalizo mais com roubalheira mas me revolta ser chamado de burro. Sim, o país avançou como nunca antes na área social. Só que os políticos continuam como sempre. Muda o partido mas não muda a falta de vergonha na cara. Na boa? (… sigla censurada, pelo editor, em nome dos bons costumes…)

Mais informação? Leia em:

Após estrear em Davos, Dilma faz escala sigilosa em Lisboa

Ouça, também:

Confusão sobre visita de Dilma a Lisboa mostra incapacidade de governantes de serem transparentes