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Processo Eleitoral – A Prática

Continuação de Processo Eleitoral – A Teoria (link)

ProcessoEleitoral

1º Filtro: A filiação aos partidos políticos

Quem, de fato, se filia aos partidos políticos? 

Por que a política partidária atrai um determinado perfil de pessoas?

Se pudesse resumir isto, eu diria que, geralmente, pessoas de má índole e mal intencionadas são atraídas pelo poder e impunidade que a política oferece. Esta é a opinião de algumas psiquiatras, que afirmam que poder e impunidade atraem sociopatas. Por outro lado, pessoas competentes e íntegras são repelidas pelo ambiente político onde a falsidade e composições imperam.

2º Filtro: A escolha de candidatos pelos partidos

A delegação ou a “terceirização” da política aos partidos políticos foi um fracasso porque o filtro que deveriam fazer para selecionar, entre os filiados os seus candidatos, não é pautado pelos mesmos parâmetros usados em qualquer processo de seleção, por mais básico que seja.

É mais do que sabido a esperteza de partidos lançarem com candidatos artistas, radialistas, atletas de destaque, participantes de BBBs, etc. Este perfil de pessoas sempre ajuda a eleger outros, que de outra forma não seriam eleitos, como no caso Tiririca que os votos dados ao mesmo serviu para eleger outros deputados federais.

Outra esperteza dos partidos é lançar o número maior possível de candidatos, pois esses mesmo que não se elejam amealharão votos que ajudarão a eleger outros mais votados.

3º Filtro: Os eleitos

Cabe aos eleitores a escolha dentre os candidatos que chegam a esta fase, já devidamente “viciada”. Em pesquisas pré-eleitorais, para cargos do executivo, isto fica muito claro, pois os eleitores que não sabem em quem votar, ou que votarão em branco ou nulo superam em muito os candidatos mais conhecidos. Este fato é totalmente ignorado pelos partidos e pela imprensa que segue insistindo naqueles que os eleitores não querem,

Os eleitos o são por uma minoria! Isto não seria um problema se representassem os eleitores, seja de forma estatística, seja representando-os em seus anseios. Faça seu próprio teste e pergunte a seus familiares, a seus amigos ou pessoas na rua se são representados pelos políticos atuais.

Geralmente, os eleitos são aqueles que mais gastam em campanhas milionárias ou bilionárias, feitas por especialistas em marketing eleitoral.

A maioria dos eleitores vota em candidatos que simplesmente não são eleitos, pois os votos são pulverizados.

Os eleitores que votam em branco ou nulo poderiam, se desejassem, eleger as maiorias das câmaras legislativas com os melhores candidatos.

Os eleitores que votam na legenda não têm ideia de quem estão elegendo. Se tão somente se dessem ao trabalho de escolher os melhores candidatos de seus partidos, o resultado das urnas poderiam ser radicalmente diferente.

Os eleitores, que optam por não votar pelos mais diversos motivos, não se apercebem que poderiam mudar as maiorias do legislativo, seja municipal, estadual ou federal.

4º Filtro: A justiça (que não funciona)

Se tivéssemos, pelo menos uma maioria simples (metade mais um) de parlamentares que, de fato, representassem o povo, os desvios de conduta, a quebra de decoro levariam à cassação daqueles que deixassem de corresponder às exigências do cargo. Mas, sabemos, não é assim. O que impera é o corporativismo, os conchavos.

Além de não ocorrer um autocontrole, os eleitos passam a ter o famigerado “foro privilegiado” e que virou sinônimo de impunidade. O que deveria ser uma enorme vergonha tanto para o próprio parlamento, pela quantidade de casos, como para o STF, pela leniência no processo que acabam por se prescrever. Discute-se se é por pura incompetência ou por conivência, independente do que seja o país não realiza seu potencial.

Como, então, podemos reduzir essas vulnerabilidades ou criar condições para a reversão dessas situações reais?

Aguarde o próximo capítulo… O Processo Eleitoral – A Mudança

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MANIFESTO DO ELEITOR

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O QUE QUEREMOS e O QUE NÃO QUEREMOS!

Os partidos políticos vêm ignorando o clamor dos eleitores. Se fizer sentido para você, assine e passe adiante. Deixar as coisas claras é o melhor que podemos fazer, pois outras ações se seguirão e se concretizarão nas urnas.

Vai a quem possa interessar, de forma especial, dirigida a todos os partidos políticos que atuam neste país e às autoridades envolvidas no processo de liberação de verbas municipais, estaduais e federais.

Para as eleições municipais, estaduais e federais, QUEREMOS que os partidos apresentem candidatos que sejam pessoas com vocação para gerir as coisas públicas em prol do bem comum. Que tenham o perfil adequado, competência e integridade.

QUEREMOS, para as Câmaras de Vereadores, Assembleias Legislativas dos Estados, para a Câmara Federal e para o Senado, candidatos que conheçam as necessidades da cidade, do estado e do país e, mais do que conhecer as leis, que ajam de acordo com elas porque estão convencidos que visam o bem público. Atentos à necessidade de novas leis, de aperfeiçoamento das existentes e que, de fato, fiscalizem o Poder Executivo, seja ele municipal, estadual ou federal.

QUEREMOS, para Prefeitos, Governadores e Presidente, candidatos com notória experiência em gestão de pessoas e recursos. Que saibam estabelecer prioridades a partir dos anseios dos moradores desta cidade, estado e país e ajam com extremo respeito no trato das coisas públicas.

QUEREMOS escolher entre os melhores candidatos possíveis para aqueles cargos, não ter que fazer opções entre os menos piores, como vem acontecendo.

QUEREMOS pessoas empenhadas com a melhoria continuada da Saúde, da Educação, da Segurança, do Transporte e dos cuidados com a Infraestrutura.

NÃO QUEREMOS pessoas que, apenas por serem populares, venham a receber nossos votos. Caso insistam, saberemos que apenas querem nossos votos e não são quem nós queremos para governar.

Estamos desde agora envolvidos na busca de pessoas que tenham este perfil de Novos Políticos e contamos com o entendimento dos partidos, de suas lideranças e estruturas internas. Aqueles partidos que insistirem na “velha politica” serão extintos naturalmente, pela inexistência de filiados ou perderão espaço no cenário político por não atenderem às expectativas dos eleitores.

Aos demais escalões estaduais e federais, já avisamos que não admitiremos qualquer ação não republicana em retaliações, negociações espúrias ou tentativas de desvios de recursos públicos que, por lei, têm que chegar aos Estados e Municípios.

Daremos todo o apoio aos candidatos que acolherem este manifesto.

<Link para assinar o Manifesto do Eleitor>

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Processo Eleitoral – A Teoria

ProcessoEleitoral

Se eu explicasse para um ET todo o processo eleitoral em uma democracia representativa, na teoria, ele ficaria muito impressionado e muito provavelmente adotaria como uma das melhores práticas do universo.

Esta seria minha explicação:

Nosso sistema representativo tem quatro filtros.

O primeiro filtro é aquele feito pelo próprio eleitor. Apenas aqueles que têm pendor para a política, que estão preocupados com o bem comum, se filiam aos partidos políticos, escolhidos de acordo com suas ideologias.

O segundo filtro acontece dentro de cada partido. Apenas aqueles que se destacam, que têm apoio popular, têm o reconhecimento de eleitores por seus desempenhos nas comunidades, em suas atividades, são escolhidos como candidatos.

O terceiro filtro é executado pelos eleitores que escolhem entre os candidatos aqueles que mais lhe representam, que têm características necessárias para desempenhar bem o mandato.

O quarto filtro atua em casos de não conformidades dos eleitos e pode acontecer pela cassação por seus pares ou por um supremo tribunal.

Temos consciência de quais são as 4 fragilidades deste modelo?

Continua em … O Processo Eleitoral – A Prática (link)

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É Representado Por um Político?

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O objetivo do gráfico é demonstrar que votamos, mas não elegemos. Senão vejamos:

1) A maioria dos eleitores NÃO elege!
No caso, não elegem vereadores, deputados estaduais e federais: 75%; 68% e 65%, respectivamente.

2) É uma minoria dos eleitores que elege a totalidade das câmaras municipais, estaduais e federais.
No caso de vereadores, de deputados estaduais e federais, apenas 25%; 32% e 35%, respectivamente.

3) É uma minoria de eleitores que elege as MAIORIAS (metade mais um) dessas câmaras.
No caso de vereadores, de deputados estaduais e federais, apenas 6%; 9% e 9%, respectivamente.

Conclusões:

– Não temos, na prática, uma democracia representativa.
– Se a MAIORIA quiser mudar este cenário político, basta que uma pequena parcela se organize minimamente.

Obs: O que acontece no estado do RJ e na cidade do RJ se repete nos demais estados e cidades deste Brasil.

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Cenário Político: Dá para mudar? Como?

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Para quem acha que não dá para mudar a política brasileira e, também, para quem é otimista, mas não sabe como…
A primeira janela de oportunidade para as próximas eleições se fechou no dia 2 de Abril, prazo de filiação partidária. A próxima janela se fecha em Junho/Julho com os partidos definindo suas listas de candidatos, as nominatas.

As eleições estaduais e federais são fortemente influenciadas pelas bases criadas nos municípios. É lá onde começa a verdadeira política. Se queremos reconstruir o cenário político é por lá que temos que começar.

São nas eleições municipais que podemos ter o eleitor próximo do candidato e custos baixos de campanha, menos sujeitos a efeitos de marqueteiros políticos com suas propagandas enganosas.

Em cinco cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, São José dos Campos) analisadas, as câmaras municipais foram eleitas com votos de apenas 20 a 36% dos eleitores. Ou seja, de 64 a 80% dos eleitores não estariam devidamente representados. Dizer que não dá para mudar, com este contingente de eleitores que votaram em legenda, em candidatos que não foram eleitos, que votaram em branco, anularam seus votos ou, simplesmente, não votaram é ser parte do problema!

Se você quer fazer parte desta mudança, se quer dar um pequeno esforço seu para isto, entre em contacto para ver como participar do Novos Eleitores, Novos Políticos.

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#NovosEleitores

#NovosPolíticos

#EleitoresProtagonistas

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Novos Políticos Para o Brasil

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

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Se queremos mudança, teremos que ser agentes de mudança e sair de nossa área de conforto.
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Selecionei dos posts do blog Democracia Já , aqueles que suportam a lógica do único caminho que consigo visualizar. Bem… refiro-me a um caminho de paz, sem rupturas, sem violência, dentro da legalidade, etc. São posts curtos, objetivos.
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Seus comentários serão muito bem vindos, pois somente juntos poderemos mudar este país, tornando-o mais justo e próspero.
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Questionário que ajuda a entender o real problema e ações concretas para superá-lo:
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O fato de determinadas coisas serem constatadas como óbvias não são o suficiente para se chegar a solução. Reflita sobre essas frases compiladas:
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Este é um trabalho que NINGUËM pode realizar de forma isolada, tem que ser assumida pelos ELEITORES:
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Focando nas próximas eleições de 2016…
Se o ELEITOR quiser mudar este país radicalmente, nas próximas eleições, este será o caminho:
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Ainda… Não precisa ler todos esses pequenos posts. Escolha um cujo título faz algum sentido para você e se fizer sentido vá para outro:
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O POVO e “seus” políticos – antes das manifestações de rua de Junho/2013… a crise de representatividade…
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Que Orelha Quer Queimar? – Esforçando para contradizer Friedrich Hegel (“A única coisa que o homem aprende da história é que o homem não aprende nada da história.”)
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#NovosPolíticos
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Para o Eleitor que Mudará este País!

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Para críticas, sugestões, ideias, etc. e… AÇÕES!!!

O ceticismo é uma de nossas maiores barreiras…
Em 2016, serão cerca de 150 milhões de eleitores escolhendo seus vereadores e prefeitos.
Haverá força mais poderosa do que esta?
Precisamos escalar a “seleção” que irá virar este jogo político.
Seguiremos escolhendo pessoas só pelo fato de serem famosas?
Seguiremos tendo que escolher entre os candidatos impostos pelos partidos?
Sabe só quem pode mudar isto?
VOCÊ, ELEITOR!

Sigo crendo que podemos mudar o cenário político a curto prazo e só depende do eleitor.

Teremos eleições municipais em 2016!
Os Novos Políticos terão até 2 de Abril de 2016 para filiar-se…

Elegeremos vereadores e prefeitos em mais de 5 mil municípios.
Se tivermos candidatos competentes e íntegros, o eleitor terá a oportunidade de votar nesses.

As votações no Tiririca, nas eleições de 2010 e 2014, mostraram que o eleitor, na falta de opções, prefere votar em um palhaço (voto de protesto).

É mais fácil eleger vereadores do que prefeitos.
Colocando, ainda mais simples, se elegermos bons vereadores, caberá a esses direcionar e fiscalizar os prefeitos eleitos.

Sabemos que o voto distrital é um bom caminho de se aproximar o candidato do eleitor, reduzir os custos de campanha, etc.
O voto, em municípios pequenos e médios, se aproxima do voto distrital, em eleições municipais. Nos grandes municípios é, também, possível o eleitor optar por candidatos de sua região geográfica.

As eleições seguintes, de 2018, de deputados, governadores, senadores e presidente, serão definidos pela nova base de novos políticos estabelecidas.

Ou seja, se… se… o eleitor quiser, este país mudará radicalmente dentro de 4 anos, no máximo.

Se isto faz algum sentido para você, vá ao link a seguir e veja lá mais sobre este movimento, em especial, aproprie-se do Manifesto de Eleitores para 2016.

Novos Políticos para o Brasil

Um forte abraço

Carlos Roberto Teixeira Netto

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Manifesto de Eleitores – Eleições 2016

A mudança virá no prazo que, nós, eleitores, quisermos.
Se queremos, somente, depois de gerações, teremos.
Se queremos já na próxima eleição, assim será.
Só depende dos eleitores: NÓS!

Temos que ir um pouco além do que já temos feito, pois o cenário não mudará por si só.

Visitando um amigo, assessor parlamentar há 28 anos, ele foi bem claro ao dizer que o nível de nossos congressistas tem piorando eleição após eleição. Isto não se consertará por si só sem a participação ativa dos eleitores, pois aos partidos só interessa manter o jogo do poder.
O processo está enviesado, viciado. Um processo onde pessoas de bem, competentes e íntegras se afastam; pessoas de má índole e/ou mal intencionadas são atraídas pelo binômio poder & impunidade, não pode dar certo. Só há uma única maneira de mudar isto de forma sustentável e passa pelos eleitores…

Segue o Manifesto de Eleitores das cidades que visitamos. Se fizer sentido para você, assine e repasse.
Se está em outra cidade, inicie seu manifesto e se quiser, nos informe, seria motivador.

Campinas

http://www.citizengo.org/pt-pt/15990-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-2016-campinassp

Curitiba

http://www.citizengo.org/pt-pt/15993-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-municipais-2016-curitibapr

Niterói/RJ

http://www.citizengo.org/pt-pt/15995-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-municipais-2016-niteroirj

 Rio de Janeiro/RJ

http://www.citizengo.org/en/15591-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-municipais-2016

 São José dos Campos

http://www.citizengo.org/pt-pt/15991-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-municipais-2016-sao-jose-dos-campossp

 São Paulo/SP

http://www.citizengo.org/pt-pt/15996-queremos-candidatos-competentes-e-integros-para-eleicoes-municipais-2016-sao-paulosp

Fiz uma compilação de frases e para mostrar que existe um problema sistêmico que aqui no Brasil pelo binômio poder e impunidade se agrava de forma catastrófica:
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Por que demorei tanto a entender e tomar ação?

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Já passei das 6 décadas de existência e percebo como demorei a entender coisas básicas.

Achava que se cuidasse de mim mesmo, de minha família, de minha vida profissional estaria fazendo o suficiente. Ledo engano!

Claro que não poderia prescindir dessas, mas observando o cenário politico vejo que não foi o suficiente. Ao cumprir com minhas funções como pessoa, pai de família, cidadão, contribuinte e eleitor não consegui ver um quadro do qual pudesse celebrar.

Por isto, ao começar cada dia me pergunto o que posso fazer diferente e mais, nesta direção de se ter um país melhor e mais justo. Ao terminar o dia me pergunto o que poderia ter feito diferente e melhor para que possa fazê-lo no dia seguinte.

Neste último ano, fui me defrontando com frases ditas por pessoas muito mais capacitadas que eu, com muito mais competência, que viveram em épocas distintas e em localidades distintas. Percebi que TODAS elas giravam sobre as mesmas observações e achados.

Sigo me perguntando por que demorei tanto a entender e a tomar ação…

 AS FRASES…

“Quanto maior o número de leis, tanto maior o número de ladrões”

Lao-Tsu (1300 AC)

“A punição que os bons sofrem, quando se recusam a agir, é viver sob o governo dos maus.”

Platão (428AC-347AC)

“Para o triunfo do mal só é preciso que os bons homens não façam nada.”

Edmund Burke (1729-1797)

“O momento exige que os homens de bem tenham audácia dos canalhas.”

“Quando os homens são puros, as leis são desnecessárias; quando são corruptos, as leis são inúteis.”

Benjamin Disraeli (1804-1881)

“Não é da natureza da política que os melhores homens devem ser eleitos; os melhores homens não querem governar seus semelhantes”

George MacDonald (1824-1905)

“Uma das maiores ilusões do mundo é a esperança de que os males desse mundo serão curados por lei.”

Thomas Brackett Reed (1839 – 1902)

“O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam.”

Arnold Toynbee (1852-1883)

“O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.”

Albert Einstein (1879-1955)

“Que continuemos a nos omitir na política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem”.

Bertolt Brecht (1898-1956)

”Quem não se ocupa de política já tomou a decisão política de que gostaria de ter se poupado:

Serve ao partido dominante.”

Max Frisch (1911-1991) Escritor suiço

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”

Martin Luther King Jr. (1929-1968)

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Dia Crucial Para o Brasil – Por Roberto Costa de Oliveira

DiaCrucialParaOBrasil

Carta escrita para os 1.500 colaboradores da EXAL, pelo amigo presidente Roberto Costa de Oliveira – Reproduzida com autorização:

“Dia crucial para o Brasil”

Caros Colegas:

Domingo é um dia crucial para o Brasil. Nele vamos exercer o poder máximo de cidadãos, que é o voto. Estou lhe escrevendo para que você o faça da maneira mais consciente possível – com informações, ouvindo opiniões de gente balizada.

A nossa empresa é politicamente isenta, como diz nosso Código de Ética, ponto 7: “Não adotamos cor político-partidária ou religiosa.”
Dentro desta isenção, gostaria de chamar a atenção para a realidade que nos cerca, de forma a lhe fornecer um bom pano de fundo para escolha do seu candidato, principalmente para o cargo máximo da nação:
Estamos perdendo de 7 a 1 na economia: enquanto a inflação se aproxima de 7%, o crescimento não vai chegar a 1% neste ano. O país está em recessão e o número de empregos parou de crescer e começou a cair.

Múltiplos escândalos graves chocaram os cidadãos de bem do país: Mensalão do PT, corrupção em Ministérios e Autarquias, corrupção e desmandos na Petrobrás, etc. As autoridades responsáveis disseram, como de praxe, que nada sabiam de nada.

O superavit primário (economia para pagar juros da dívida pública) que era da ordem de 3,5% do PIB, neste ano deve se aproximar de zero. O governo está gastando muito mais do que pode. Conseqüentemente, a dívida pública está aumentando.

A reputação do país no mercado internacional está em franca deterioração. A “contabilidade criativa” praticada corroeu a credibilidade nos nossos números. Nossa política exterior não nos credencia a ocupar um lugar proporcional à sétima economia do mundo que somos. Os nossos mandatários assumiram posições diplomáticas altamente questionáveis não só na ONU mas também em outros foros internacionais.

O setor industrial caiu de 24% do PIB há duas décadas atrás para aproximadamente a metade agora. Perdemos competitividade internacional em vários segmentos.

O Brasil vinha tendo superavit na balança comercial no comércio exterior, mas ultimamente isto se deteriorou e se transformou em déficit. Uma das conseqüências foi a disparada do dólar e considerável enfraquecimento da nossa moeda.

Temos problemas sérios e recorrentes no sistema de público de saúde (SUS) do país – tanto no atendimento dos cidadãos que necessitam como na remuneração adequada a hospitais públicos e filantrópicos.

Os índices de criminalidade continuam a subir no país todo. A impunidade é quase a norma, e não a exceção.

Nossa educação não tem evoluído no ritmo que deveria: caímos em índices de desempenho comparado com os de outros países (relatórios da OECD).

Precisamos reforma política, reforma tributária, reforma trabalhista, reforma previdenciária, reforma fiscal e reforma judiciária. Nos últimos governos, nenhuma destas reformas foi sequer iniciada. 
Alguns outros itens não mencionados nos 10 pontos acima – mobilidade urbana, desmatamento de florestas, mudanças climáticas, defesa civil no caso de calamidades públicas, tratamento de resíduos, saneamento básico, infra-estrutura viária, infra-estrutura aeroportuária, infra-estrutura portuária, etc, também deixam muito a desejar em todos os rincões da pátria.

Em resumo, estamos em um momento crítico em quase todas as esferas. A escolha daqueles que vão conduzir a nação, especialmente o(a) Presidente, Senadores e Deputados Federais e Estaduais, é crucial para o nosso futuro. Sugiro que pensem muito, discutam com outros, orem, e exerçam o direito de escolher com a máxima consciência possível.

Um abraço,

Roberto Costa de Oliveira

Diretor Presidente

DiaCrucialParaOBrasil