Cidadania · Impunidade · Todos · Voto

Por que demorei tanto a entender e tomar ação?

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Já passei das 6 décadas de existência e percebo como demorei a entender coisas básicas.

Achava que se cuidasse de mim mesmo, de minha família, de minha vida profissional estaria fazendo o suficiente. Ledo engano!

Claro que não poderia prescindir dessas, mas observando o cenário politico vejo que não foi o suficiente. Ao cumprir com minhas funções como pessoa, pai de família, cidadão, contribuinte e eleitor não consegui ver um quadro do qual pudesse celebrar.

Por isto, ao começar cada dia me pergunto o que posso fazer diferente e mais, nesta direção de se ter um país melhor e mais justo. Ao terminar o dia me pergunto o que poderia ter feito diferente e melhor para que possa fazê-lo no dia seguinte.

Neste último ano, fui me defrontando com frases ditas por pessoas muito mais capacitadas que eu, com muito mais competência, que viveram em épocas distintas e em localidades distintas. Percebi que TODAS elas giravam sobre as mesmas observações e achados.

Sigo me perguntando por que demorei tanto a entender e a tomar ação…

 AS FRASES…

“Quanto maior o número de leis, tanto maior o número de ladrões”

Lao-Tsu (1300 AC)

“A punição que os bons sofrem, quando se recusam a agir, é viver sob o governo dos maus.”

Platão (428AC-347AC)

“Para o triunfo do mal só é preciso que os bons homens não façam nada.”

Edmund Burke (1729-1797)

“O momento exige que os homens de bem tenham audácia dos canalhas.”

“Quando os homens são puros, as leis são desnecessárias; quando são corruptos, as leis são inúteis.”

Benjamin Disraeli (1804-1881)

“Não é da natureza da política que os melhores homens devem ser eleitos; os melhores homens não querem governar seus semelhantes”

George MacDonald (1824-1905)

“Uma das maiores ilusões do mundo é a esperança de que os males desse mundo serão curados por lei.”

Thomas Brackett Reed (1839 – 1902)

“O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam.”

Arnold Toynbee (1852-1883)

“O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.”

Albert Einstein (1879-1955)

“Que continuemos a nos omitir na política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem”.

Bertolt Brecht (1898-1956)

”Quem não se ocupa de política já tomou a decisão política de que gostaria de ter se poupado:

Serve ao partido dominante.”

Max Frisch (1911-1991) Escritor suiço

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”

Martin Luther King Jr. (1929-1968)

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Dia Crucial Para o Brasil – Por Roberto Costa de Oliveira

DiaCrucialParaOBrasil

Carta escrita para os 1.500 colaboradores da EXAL, pelo amigo presidente Roberto Costa de Oliveira – Reproduzida com autorização:

“Dia crucial para o Brasil”

Caros Colegas:

Domingo é um dia crucial para o Brasil. Nele vamos exercer o poder máximo de cidadãos, que é o voto. Estou lhe escrevendo para que você o faça da maneira mais consciente possível – com informações, ouvindo opiniões de gente balizada.

A nossa empresa é politicamente isenta, como diz nosso Código de Ética, ponto 7: “Não adotamos cor político-partidária ou religiosa.”
Dentro desta isenção, gostaria de chamar a atenção para a realidade que nos cerca, de forma a lhe fornecer um bom pano de fundo para escolha do seu candidato, principalmente para o cargo máximo da nação:
Estamos perdendo de 7 a 1 na economia: enquanto a inflação se aproxima de 7%, o crescimento não vai chegar a 1% neste ano. O país está em recessão e o número de empregos parou de crescer e começou a cair.

Múltiplos escândalos graves chocaram os cidadãos de bem do país: Mensalão do PT, corrupção em Ministérios e Autarquias, corrupção e desmandos na Petrobrás, etc. As autoridades responsáveis disseram, como de praxe, que nada sabiam de nada.

O superavit primário (economia para pagar juros da dívida pública) que era da ordem de 3,5% do PIB, neste ano deve se aproximar de zero. O governo está gastando muito mais do que pode. Conseqüentemente, a dívida pública está aumentando.

A reputação do país no mercado internacional está em franca deterioração. A “contabilidade criativa” praticada corroeu a credibilidade nos nossos números. Nossa política exterior não nos credencia a ocupar um lugar proporcional à sétima economia do mundo que somos. Os nossos mandatários assumiram posições diplomáticas altamente questionáveis não só na ONU mas também em outros foros internacionais.

O setor industrial caiu de 24% do PIB há duas décadas atrás para aproximadamente a metade agora. Perdemos competitividade internacional em vários segmentos.

O Brasil vinha tendo superavit na balança comercial no comércio exterior, mas ultimamente isto se deteriorou e se transformou em déficit. Uma das conseqüências foi a disparada do dólar e considerável enfraquecimento da nossa moeda.

Temos problemas sérios e recorrentes no sistema de público de saúde (SUS) do país – tanto no atendimento dos cidadãos que necessitam como na remuneração adequada a hospitais públicos e filantrópicos.

Os índices de criminalidade continuam a subir no país todo. A impunidade é quase a norma, e não a exceção.

Nossa educação não tem evoluído no ritmo que deveria: caímos em índices de desempenho comparado com os de outros países (relatórios da OECD).

Precisamos reforma política, reforma tributária, reforma trabalhista, reforma previdenciária, reforma fiscal e reforma judiciária. Nos últimos governos, nenhuma destas reformas foi sequer iniciada. 
Alguns outros itens não mencionados nos 10 pontos acima – mobilidade urbana, desmatamento de florestas, mudanças climáticas, defesa civil no caso de calamidades públicas, tratamento de resíduos, saneamento básico, infra-estrutura viária, infra-estrutura aeroportuária, infra-estrutura portuária, etc, também deixam muito a desejar em todos os rincões da pátria.

Em resumo, estamos em um momento crítico em quase todas as esferas. A escolha daqueles que vão conduzir a nação, especialmente o(a) Presidente, Senadores e Deputados Federais e Estaduais, é crucial para o nosso futuro. Sugiro que pensem muito, discutam com outros, orem, e exerçam o direito de escolher com a máxima consciência possível.

Um abraço,

Roberto Costa de Oliveira

Diretor Presidente

DiaCrucialParaOBrasil

Cidadania · Todos

Elucubrando sobre meu país (Fernando Coelho)

pensador

Por Fernando Coelho Datado de 09.10.2013, mas publicado agora por seguir relevante, infelizmente.

Há muito que quero me expressar e vou adiando. Certa hora há que começar. É hoje!

Não estou entendendo o meu país. O que vejo não combina com o que vejo o nosso governo alardeando com nosso $$$$. Gasta-se muito em propaganda. Diria que se gasta mal.

Somos o país do pré-sal. Já deveríamos ser autossuficientes em petróleo. Acho que não somos ainda. A promessa feita não foi cumprida e não vejo cobrança sobre este aspecto. Estamos amortecidos?

A presidente e o ex fizeram estas promessas. Ela foi ministra de minas e energia e foi presidente do conselho de administração da petrobrás.

Coloquei em minúsculo por que é como a vejo, petrô, após doze anos de pt. Quem investiu nela ralou-se.

Vejo um partido político de sucesso, amoral, corrupto e em expansão. Em toda a esfera do governo. Uma execução brilhante de um plano de conquista do poder e de nos transformar em algo parecido com outros países da América do Sul. Conquistas brilhantes.

Domina o Congresso, tem a presidência da república. O que considerava o último bastião da democracia, o Supremo Tribunal, hoje Fedemal, conquistado.

O Lewandoswski foi o primeiro. Viram que era possível emplacaram o Toffoli. Não tem passado e presente para ministro. Adiante há uma comparação entre ele e o Joaquim Barbosa.

Emplacados estes dois, fazem chicana no julgamento do mensalão, há aposentadoria compulsória de ministros, vem a claque petista: Rosa, Teori e Barroso dois milhões.

Têm cinco votos e recebem o apoio de um juiz de m…, segundo definição do Saulo Ramos em livro.

Pronto o Fedemal agora vai julgar de novo os do mensalão. Aceitamos tranquilamente.

Não temos a quem apelar. Não temos a amoralidade do pt. Creio que não sabemos lidar com esta ausência de princípios. Já deveríamos ter aprendido.

Há algum tempo atrás escrevi sobre o julgamento do mensalão. Via-nos apontando na direção certa. Ledo engano. Deixei o artigo adiante para quem quiser lê-lo ou relê-lo.

Temos um deputado presidiário apoiado pelos deputados. Renan é presidente do senado. Algo está muito errado e cheira mal, fede.

O ambiente em que vivo é estranho. Na TV, vândalos de armas na mão quebrando tudo. Polícia assiste. E as TVs e jornais comentam sobre a violência dos policiais. Há algo errado. É como sinto.

Houve protestos. Manifestações pacíficas são destruídas pelos vândalos. O que nos espera?

A nossa presidente discursou no exterior. Hospedada em hotel de milhares de $ dia.

Eis parte de seu discurso.

“Tem uma infraestrutura muito importante para o Brasil, que é também ainfraestrutura relacionada ao fato de que nosso país precisa ter um padrão de banda larga compatível com a nossa, e uma infraestrutura de banda larga, tanto backbone como backroll, compatível com a necessidade, que nós teremos para entrarmos na economia do conhecimento, de termos uma infraestrutura, porque no que se refere a outra condição, que é a educação, eu acho importantíssima a decisão do Congresso Nacional do Brasil em relação aos royalties”.

“A destinação dos royalties e do fundo social para a educação, esses dois elementos, um de infraestrutura e outro na área de educação constituem nosso passaporte também para o futuro. Então, é um programa ambicioso, ele tem vários desdobramentos, ele não para aí, porque ainda inclusive nós não vamos iniciar esse processo, estamos em fase de discussão, esse que estou falando da banda larga. Mas eu estou aqui completando para vocês porque eu vou falar, aí, então, fica completado para vocês.”

Texto colhido da Tribuna da Imprensa. Como diria Romário, Dilma calada é uma poeta!

Este e-mail é uma coletânea de várias opiniões e e-mails que colhi.

Leio o O Globo, Exame e coisas da Itanet e internet em geral. Assim formo minha opinião e a envio aos amigos. A Itanet é uma associação que congrega os formados no ITA, quem vivenciou e participou da vida do ITA, e outros. Você precisa ser aceito para participar.

Há de tudo na Itanet e creio que somos coisa de 700. Vale tudo. A exceção é que a progenitora do iteano que administra este serviço 0800, ou seja, grátis para o usuário, não pode ser xingada. A Itanet existe há vários anos. (“xingada” pode ser considerado um caso de plebeísmo. Evite o uso de gírias e palavras de baixo calão em seu texto. Segundo meu corretor ortográfico do Word.)

Recebi um e-mail com uma entrevista do então Cardeal Bergoglio, hoje PapaFrancisco, ao jornalista Chris Mathews da MSNBC, na Argentina.

Fui ao pai de todos, o Google, de onde tirei uma citação sobre a entrevista. Chris Mathews, MSNBC. Confiram a veracidade e vejam a entrevista inteira.

Não acredito em deus, não gosto de qualquer religião, mas o Papa Francisco encantou-me. Continuo sem religião e ateu, e enfeitiçado pelo Papa.

A entrevista expressa muito que penso. Preguiçoso que sou, por que não aproveitá-la?

O Papa Francisco defende a prevenção da pobreza. Ataca os socialistas por que considera que favorecem a pobreza. O que aproveitei foi a forma como articula e ataca os socialistas.

Destaco uma pequena parte da entrevista. Quem quiser toda, ao Google!

A entrevista começa com o jornalista perguntando ao então Cardeal Bergoglio, hoje Papa Francisco, o que ele pensava sobre a pobreza no mundo.

O cardeal respondeu:

“Primeiro na Europa e agora nas Américas, alguns políticos têm se dedicado a endividar as pessoas, fazendo com que fiquem dependentes.

E para quê? Para aumentar o seu poder. Eles são grandes especialistas em criação de pobreza e isso ninguém questiona. Eu me esforço para lutar contra esta pobreza.

A pobreza tornou-se algo natural e isso é ruim. Minha tarefa é evitar o agravamento de tal condição. As ideologias que produzem a pobreza devem ser denunciadas. A educação é a grande solução para o problema.

Devemos ensinar as pessoas como salvar sua alma, mas ensinar-lhes também a evitar a pobreza e a não permitir que o governo os conduza a esse estado lastimável.”

O jornalista ofendido pergunta: O senhor culpa o governo?

“Eu culpo os políticos que buscam seus próprios interesses. Você e seus amigos são socialistas. Vocês (socialistas) e suas políticas, são a causa de70 anos de miséria, e são culpados de levar muitos países à beira do colapso. Vocês acreditam na redistribuição, que é uma das razões para a pobreza. Vocês querem nacionalizar o universo para poder controlar todas as atividades humanas. Vocês destroem o incentivo do homem, até mesmo para cuidar de sua família, o que é um crime contra a natureza e contra Deus. Esta vossa ideologia cria mais pobres do que todas as empresas que vocês classificam de diabólicas.”

Gostei da colocação. Faz-me sentido. A essência para mim está correta.

Li um artigo do O Estado de São Paulo, Nosso Calcanhar de Aquiles, comentando um novo estudo do Fórum Econômico Mundial que mostra que o estado lastimável da educação talvez seja o mais grave entre todos os entraves ao pleno desenvolvimento profissional e pessoal dos brasileiros. Há comparações entre diversos países. Recomendo lerem.

Educação · Ideologias · Todos

Liberalismo vs. Socialismo (Sergio Luiz Bragatto)

No intervalo do cafezinho no escritório, um funcionário comenta que ‘Eu e meu irmão conhecemos todas as ruas de São Paulo pelo nome’. Um outro retruca ‘Fantástico isso! Então diga, onde fica a Rua Madre Theodora?’ A resposta vem imediata: ‘Esta meu irmão é quem sabe’!
Esta velha piada é exemplar para uma questão que interessa muito à Filosofia. Trata-se do uso da conjunção “e” no vernáculo. Em várias línguas o mesmo problema ocorre: a interpretação do “e” depende do contexto. O mesmo acontece com “ou” e inúmeras outras. Se palavras corriqueiras, que usamos no dia a dia, podem ter significados diferentes, é fácil perceber porque nas ciências é necessário adotar outras linguagens, como é o caso na lógica, na matemática. Mas os contextos de emprego das palavras de uso diário normalmente permitem que a intenção no uso seja corretamente apreendida, com exceção de alguns casos, como na piada acima.

Já o caso das palavras de significado complexo não é tão fácil, e resta muita confusão, não raro aproveitada consciente ou inconscientemente pelos que se pautam por profecias para engrupir uns e outros.

É o que se dá justo com a palavra Ideologia, um termo que na origem tem um sentido preciso com Hegel e Marx, mas que hoje é muitas vezes mal empregado – por exemplo, como sinônimo de ideário, o que é fonte de equívocos. Quantas vezes ouvimos um socialista papaguear algo do tipo ‘ … você tem de ter uma ideologia, sem ideologia você não tem nada.’ Ou então ‘ cooomo, você não é nem de esquerda nem de direita??? ‘. A totalidade dos socialistas que encontrei não soube dizer o que é ideologia. Mas papagueia pela cartilha.

A calhar vem a nosso auxílio neste momento o professor de filosofia e ética da Unicamp Roberto Romano [vindo “da esquerda”, e ele como filósofo tem obrigação de saber], por ocasião dos ataques do PCC em São Paulo, [lembram? O PCC então brandia nas ruas justificativas socialistas para queimar ônibus, passadas diretamente a eles por ativistas políticos da extrema esquerda],numa entrevista ao estadão ‘ [descreveu] ideologia como discursos e representações que apresentam uma realidade complexa com enunciados simplistas, investindo contra os fatos em benefício próprio. E acrescentou: “Já disseram que os criminosos de Shakespeare seriam muito piores se tivessem uma ideologia. E isso é uma verdade.” (oesp 13-08-2006)’

Mas o caso de ideologia é simples, se comparado com liberalismo, que tem muitas diferentes acepções.

Os EUA são um país liberal. No momento em que dizem isso, até os americanos sabem que não se referem aos Democrats, mas ao liberal que consta na expressão democracia representativa liberal. No entanto,  complicando muito a situação, nos EUA os adeptos do partido Democratic se dizem professar o liberalismo, sem mais, quando deveriam dizer liberalismo político, e os jornalistas americanos adotam esse hábito. [Isto não ocorre nos demais países de língua inglesa.] E os EUA são muito influentes, a confusão diária dos jornalistas brasileiros em cima disso é uma contínua piada, principalmente quando mal traduzem textos publicados pela imprensa americana.

Para evitar a ambiguidade, Popper adotou a expressão Sociedade Aberta, cujas ideias desenvolveu em profundidade na sua obra mais universal e acessível, “A Sociedade Aberta e seus Inimigos”. As ideias é que importam, e não as definições [pelo caminho linguístico], como ele sempre fez questão de pontuar. [para não ter o mesmo triste fim na mão dos nacional-socialistas no entre-guerra que tiveram vários parentes próximos seus, migrou para a Nova Zelandia, e teve de aprender um inglês impecável para sobreviver; ele conta como isso o ajudou a se libertar das armadilhas linguísticas, por ele muito estudadas – escreveu A Sociedade Aberta direto em um inglês muito elogiado por acadêmicos da língua; de fato, a obra flui com uma clareza notável]

Sem dúvida a melhor fonte para entender o liberalismo da democracia representativa liberal a meu ver é esta obra de Popper. Este liberal refere-se à Liberdade do indivíduo que vive em sociedade, seu conceito, suas razões, suas limitações, suas implicações. Popper seca o assunto, não há posicionamento relevante dos pensadores a respeito que ele não apresente de maneira muito clara, da Grécia Antiga até hoje. Abaixo, um pequeno excerto, em que ele se refere a protecionismo e liberalismo:

. . . .The view of the state which I have sketched here may be called ‘protectionism’. The term ‘protectionism’ has often been used to describe tendencies which are opposed to freedom. Thus the economist means by protectionism the policy of protecting certain industrial interests against competition; and the moralist means by it the demand that officers of the state shall establish a moral tutelage over the population. Although the political theory which I call protectionism is not connected with any of these tendencies, and although it is fundamentally a liberal theory, I think that the name may be used to indicate that, though liberal, it has nothing to do with the policy of strict non-intervention (often, but not quite correctly, called ‘laissez faire’). Liberalism and state-interference are not opposed to each other. On the contrary, any kind of freedom is clearly impossible unless it is guaranteed by the state 42. A certain amount of state control in education, for instance, is necessary, if the young are to be protected from a neglect which would make them unable to defend their freedom, and the state should see that all educational facilities are available to everybody. But too much state control in educational matters is a fatal danger to freedom, since it must lead to indoctrination. As already indicated, the important and difficult question of the limitations of freedom cannot be solved by a cut and dried formula. And the fact that there will always be borderline cases must be welcomed, for without the stimulus of political problems and political struggles of this kind, the citizens’ readiness to fight for their freedom would soon disappear, and with it, their freedom. (Viewed in this light, the alleged clash between freedom and security, that is, a security guaranteed by the state, turns out to be a chimera. For there is no freedom if it is not secured by the state; and conversely, only a state which is controlled by free citizens can offer them any reasonable security at all.). . . .

liberalismo coloca o indivíduo acima da sociedade, considera deveres do Estado defender os direitos do indivíduo, e combater os privilégios de pessoas e de grupos, particularmente os do poder econômico e do governo da vez. Reconhece o mérito como fator importante do desenvolvimento, e considera o Estado como detentor do monopólio da violência.

socialismo coloca a sociedade acima do indivíduo através do seu coletivismo, e coloca a profecia do Marx, que teria descoberto o enigma da História [nas suas próprias palavras], como um dever a cumprir. O Estado, no fim do processo percorrido na sua metodologia, é desnecessário, e uma classe única deve persistir. [até a falência do socialismo na queda do muro, a nomenklatura só fez aumentar em tamanho e corrupção]

A partir da implantação da democracia representativa liberal, que não cessa de evoluir, o grande sucesso levou inúmeros países a adotá-la. Mas este sucesso também exacerbou o rancor dos socialistas, o que tem causado grande sofrimento aos povos onde o socialismo ainda rege. E mesmo onde o país não é socialista no papel, mas o governo de plantão reze pelo socialismo socialista.

Não há gurus, não há almoço grátis.

Sérgio Luiz Bragatto, Engenheiro de Eletrônica formado em 1966 no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), com mestrado em Sistemas de Controle e especialização em Eletrônica de Potência.

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Pesquisando sobre Candidatos e Partidos na Política Brasileira

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

PerfilCandidato

Preparei um questionário sobre os candidatos e partidos de nossa política.

A ideia é que ao responder você se pergunte: O que está a meu alcance fazer?

As respostas podem ser vistas, após ter respondido e submetido. Comentários e críticas são muito bem vindas.

Este questionário pode dar clareza ao nosso cenário político e onde temos que focar, SE… se queremos um futuro diferente. Desnecessário dizer da urgência…

É, também, minha contribuição de uma consultoria gratuita aos partidos:

Se quiserem acertar o caminho é só ouvir o eleitor!

MAS, ESCUTEM, DE VERDADE!

Observação: Se tiver alguma dificuldade em usar o formulário a seguir, pode usar, também, este link:

https://docs.google.com/forms/d/11qKaUY3NpK45Nu8DwXBIP7qdcfENymnqz4dBOmZojSw/viewform

 

 

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Mãos à Obra !

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

Já parti para o que julgo ser a única saída sustentável, pacífica e sem rupturas para esta situação política que vivemos. Tem uma beleza e desafio: SÓ DEPENDE DE NÓS!

Estabeleci uma meta de 23 mil novos políticos até 2023. Terão que ser 2.300 por ano. Perfil desses: competentes e íntegros.

Estou mirando em três grupos.

O primeiro de resultado a curtíssimo prazo. Pessoas na faixa dos 50 anos que já se provaram e já tem seu patrimônio pessoal e não precisam se vender. Tem uma vida a apresentar como CV. Estariam começando sua aposentadoria.

O segundo grupo seria formado por aquelas pessoas na faixa de 40-50 anos, competentes e íntegros, que sejam funcionários públicos e que possam se licenciar por um tempo e retornar depois de ter prestado este serviço ao país.

O terceiro grupo seria formar jovens de baixa renda, pois os de classe média querem distância da política e não os julgo por isto. Pequenos círculos de amigos apadrinhariam esses jovens, entrando na faculdade e dando a eles treinamento, viagens para conhecer outros países e sistemas de governo. Estariam fazendo relatórios, publicando artigos e acompanhando as câmaras legislativas e consultas públicas.

A eleição vem aí e precisamos de candidatos competentes e íntegros, ou seguiremos descontentes e falando mal do governo. Desculpe-me. Já não estou comprando mais banana verde…

O criador do ITA, Casimiro Montenegro Filho, olhou para o Brasil, pouco depois da II Guerra e viu que o Brasil precisava de uma indústria aeronáutica. Começou pela educação, criando o ITA. Olhe para o Brasil e veja se o país não precisa de novos políticos, competentes e íntegros.

O modelo atual da política brasileira repele pessoas competentes e íntegras e atrai pessoas de má índole e/ou mal intencionadas. Se não revertermos isto, nada poderá resolver o problema que temos. Simples assim.

Estarei indo a Brasilia, no dia 12 de março e lá estarei falando com alguns poucos políticos com este perfil (competentes e íntegros). Para que eles entendam o que pretendo e que eles nos ajudem neste processo.

Na última eleição, o  vice da Marina, Guilherme Leal, já começou algo muito consistente. Link: RAPS: A nova turma RAPS 2014 ficou assim distribuída: 47 Líderes RAPS,  46  Empreendedores Cívicos e  59 Jovens RAPS.

Toda pessoa que converso tenho colocado esses pontos e peço que se ela não for a pessoa certa para entrar na política, que encontre pelo menos uma. Incentive-a, apoie-a.

Estarei reunindo-me com amigos em Niterói para colocar isto na prática, já nessas próximas eleições. Vamos ver como anda.

Outra frente paralela a esta é a campanha junto aos partidos para que deixem de apresentar candidatos que eles querem e passem a apresentar candidatos com o perfil que o eleitor quer (competente e íntegro). Quem fizer isto primeiro e bem feito partirá com 30% de vantagem (mais ou menos os eleitores que não querem seguir votando no menos pior dos piores).

Fiz estas duas apresentações que resumem isto:

O POVO e “seus” políticos:

e

Uma ficção possível para o Estado do Rio de Janeiro :

Se puder ler e reler o que escrevi acima e me der um retorno sincero. Se faz sentido, etc. Pois, tenho pensado muito e existem outras ideias muito boas como o voto distrital, a criação de partidos como o Partido Novo, uma nova constituição uma reforma tributária, criar a opção do voto “Nenhum dos anteriores” como forma de declarar a nulidade da eleição, etc. Tudo isto tomará tempo e passa pelo gargalo que são os “novos políticos”.

Se puder ler a Parábola da Lâmpada (*), entenderá do que estou falando. Temos que entrar na política, pois é a única maneira de mudar isto que está aí. A terceirização da política não funcionou. A política é muito importante para ser deixada com os políticos. Ou seremos uma outra Venezuela ou Ucrânia, em um horizonte curto de tempo.

(*) https://sites.google.com/site/novospoliticosparaobrasil/dashboard2/a-parabola-da-lampada

Segue algumas das atividades que destaco, desta caminhada:

SãoPaulo: Meu ex-chefe, Luiz Fortes, sugere uma prova de conceito. Para isto elegi Niterói.

09/03 – Cataguases: Entrevista com ex-prefeito, Tarcísio Henriques.  Lideranças partidárias, geralmente, são barreiras a candidatos competentes e íntegro. Participo de reunião com vereadores e cidadãos preocupados com o futuro da cidade. Pelo menos um novo político foi abordado (JH).

12/03 – Brasília: Encontro com o deputado Emanuel Fernandes.  As estruturas partidárias, também, são barreiras a candidatos competentes e íntegros.

12/03 – Brasília: Encontro com Henrique Ziller, da Ouvidoria do TCU. O fato dele ter decidido a se candidatar para dar sua contribuição para a política, mostrou-me esta outra importante fonte de Novos Políticos.

25/03 – Rio de Janeiro: Encontro com amigos e amigos de amigos para discutir o diagnóstico e ações.

13/04 – Niterói: 1a. apresentação. Três possíveis Novos Políticos.

26/04 – Campinas: 2 apresentações, com a presença de ex-guerrilheiros, um do MR-8 e outro do Colina. Ambos perceberam que o caminho para a justiça social não poderia ser pela violência e a democracia é o caminho.

09/05 – Niterói: O grupo original que se prepara para lançar candidatos a vereadores em 2016 decide apoiar candidata deputada federal,  Marilene Vieira. Apoiamos a candidata, mas não o partido. Será um teste para participar de uma campanha sem recursos financeiros que não sejam de eleitores.

12/05 – Curitiba: 7 apresentações (21 pessoas). Conhecemos a vereadora Carla Pimentel e dois potenciais Novos Políticos.

03/06 – Niterói: Apresentação de modelo de Desenvolvimento Transformador, da Visão Mundial, para Marilene Vieira, que se dispôs usar os conceitos, se eleita. Este modelo visa o desenvolvimento integral da criança, protegendo-a e propiciando um ambiente adequado a seu desenvolvimento saudável.

07/06 – São Paulo: Encontro com engenheiros do ITA e amigos

10/06 – Niterói: 3a. Rodada da apresentação do Novos Políticos para convidados de Marilene Vieira

05/08 – Niterói: 4a. Rodada da apresentação do Novos Políticos para convidados de Marilene Vieira

16/08 – São José dos Campos: Encontro com engenheiros do ITA e amigos

Este NÃO é um projeto de uma pessoa, mas de todo eleitor que acredita que este país pode mudar a partir de suas ações junto a amigos e amigos de amigos. 

#PoliticosParaOBrasil

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Direitos Humanos – o inferno é o outro? (Lucimar Borges)

Segue um texto de Lucimar Borges que ela publicou em seu Facebook e damos aqui uma maior divulgação. Mostra muito das rotulações que as pessoas dão umas às outras e da inapropriedade de fazê-lo.

O Brasil vive um momento muito delicado onde uma minoria que domina a política quer se manter no poder e faz de tudo para isto, inclusive disseminando ódio, informações falsas, usando de falácias, etc. Não podemos entrar neste jogo, não devemos nos deixar manipular.

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Texto de Lucimar Borges:

Não sei o que acontece neste nosso país para subvertermos a ordem de tal forma, que defender o errado é aplaudido e qualquer discordância é atacada com virulência, com deboche, rotulado: você é “coxinha”, “de direita”, e algumas outras coisas que a minha educação não me permite citar.

Há um grupo que clama somente para si o direito de ter idéias e governar. Mesmo que isso signifique atropelar o bom senso, o corpo de leis, a ética e a razão.

Não sei quem foi que decidiu que, para se defender direitos humanos, para se desejar que a lei seja cumprida e a Constituição respeitada, que haja oportunidades para todos, que as pessoas tenham acesso à saúde, educação, transporte, lazer, trabalho, com dignidade, se precisa ser de esquerda. E que os “de direita”, burguesia, medíocres, status quo, capitalistas selvagens, medíocres se importam apenas consigo mesmos…. quem foi que decidiu isso?

Muita falácia… muito populismo… não consigo entender tentar justificar tantos desmandos dizendo: – “Ah, mas eles ali do outro partido também fazem.” Ou como crianças: “ele fez primeiro”! Como se assim ficasse combinado que ninguém merece castigo! De onde veio essa distorção infame?! Arrancaram a pagina que define ética e verdade dos nossos dicionários?
Pois bem: não sou essa esquerda que está aí, nem a que veio antes, nem serei nada parecido, se vierem outras do gênero… vale dizer que também não sou esse bicho disforme que estão chamando de direita, atualmente: não acho que a auto-tutela é justificada porque o sistema está em crise, a polícia e/ou o judiciário não fazem seu trabalho e existem milhões de brechas legais que permitem a impunidade.

Não, não quero, nem vou adotar um bandido e trazê-lo para minha casa. Mas, não é por isso que quero ver pessoas tomando em suas próprias mãos “a justiça” e prendendo um rapaz num poste depois de espancá-lo – porque disseram que ele era um bandido, simplesmente porque era um bandido (?!). Também não quero ver barbáries dentro de presídios, transformando seres humanos que já perderam muito de sua humanidade, em algo desprezível e menor que animais.

Isso faz de mim o quê?

Se você for mal educado para responder, por favor, guarde para si o que pensa… tenho direito de discordar e me manifestar sobre esse estado caótico das coisas.Nunca faltei com o respeito porque alguém pensa diferente de mim – e tenho em meu círculo social e de amigos pessoais, gente que pensa muito diferente de mim! Mas vou ser veemente no meu direito de me posicionar e lutar pelo que acredito! Não, você não é obrigado a concordar comigo. Mas, se discordar, seja gentil e mantenha a elegância – faz parte de sermos pensantes e civilizados…

Mas, se for de perfil radical… Sim, pode me apedrejar, sou pelos Direitos Humanos! Sou, sim! Antes de mais nada, pergunto: não  deveríamos  ser simplesmente a favor da vida, rejeitando toda forma de crueldade? Vi milhões de postagens defendendo animais machucados e mal tratados – é, dizem que é porque eles não fazem mal a ninguém… Não consigo entender que a foto de animais torturados possa gerar mais comoção do que a foto de um ser humano espoliado, humilhado, torturado. Ou seja, o menor dos animais tem mais valor do que qualquer ser humano? É isso mesmo? …Pois é…não é isso que penso. A violência é desumana – não importa qual seja seu objeto ou vítima.  Isso faz de mim o que?” Coxinha”, esquerda maluca? Indecisa? Louca? iletrada, manipulada? alienada? Esses rótulos não me dizem nada. Me recuso a abrir mão da minha humanidade.

Olho para o mundo, para as notícias e é tudo muito assustador… o Brasil se torna um capítulo especial e exponencial de uma crise ética e de valores .

Na França, saem às ruas gritando “fora judeus” ( como se não tivéssemos vividos horrores da guerra e desse tipo de intolerância), em SP espancam um rapaz porque é gay, o mesmo acontece na Rússia,  no USA uma criança de 11 anos comete suicídio porque era fã de um programa  – sofreu tanto bullying,  que não resistiu e tirou a própria vida. Em Brasília, a bancada ruralista diz que as condições subumanas impostas a trabalhadores do campo não caracteriza trabalho escravo. Preciso citar a miséria em todos os níveis, no Maranhão?

Os partidos e candidatos se odeiam, se atacam. Depois se beijam e criam estratagemas milionários, levando dinheiro em maletas, roupas íntimas ou participando de grandes esquemas, montados pra impedir o rastreamento de recursos desviados – e se dão cobertura, para garantir que, se presos, sairão ilesos – para esse tipo de acordo infame, não importa a sigla do partido, vale a tal sopa de letrinhas… vale o “tamo junto”, no melhor estilo gangster das favelas, mas de terno e gravata… E com títulos e graduações… podemos amarrar esses no poste, também ? Ah, não, claro que não!

Faltam materiais, leitos, equipamentos e medicamentos em hospitais. Faltam merenda e material escolar  nas escolas….

Um Desembargador( sério ? mesmo?!) sugere a campanha “adote um preso”, transformando a defesa dos direitos humanos numa piada – colocando tudo num pacote embrulhado com a etiqueta “piegas, ridículo, idiótico”… uma jornalista apoia, em grande emissora, com veemência a ideia, como quem diz, “se você gosta dele, de bandido, leva pra casa!” Num apelo emocional e irracional que soa como música aos ouvidos de uma sociedade cansada de ser roubada, violada… e, imediatamente as pessoas pensam: “é, está com pena? Leva pra casa” … como se isso fosse a resposta, como se não fossem pagos bilhões em impostos para que o sistema e as prioridades fossem administradas por uma liderança política, devidamente eleita para fazer esse trabalho! Para trazer ordem e desenvolvimento ao paīs! Mas que está ocupada demais buscando formas fáceis de enriquecimento ilícito! Fazendo festas regadas a Romanee-Conti na França com recursos dos contribuintes, ou viajando com amante, mala cheia de dinheiro – público…

O mais interessante é que, após um julgamento e devido processo legal, os poucos políticos que foram presos não quiseram comer da comida da cadeia e uma cantina foi reformada para acomodá-los e para que ficassem isolados dos outros presos… pois é, mas quem é corrupto e participa de esquemas lesando o patrimônio público, roubou da saúde, da educação, do transporte, comprometeu o crescimento do país, roubando futuros postos de emprego… então é diretamente responsável por algumas crianças que vão permanecer na violência, no submundo e um dia estarão enchendo mais cadeias… no futuro bem próximo!

É, mas não tem problema: não receberam merenda ou carteira escolar quando crianças…. porque deveriam receber qualquer coisa agora, adultos, em estado meio selvagem, cheios de vícios, perversidades e doenças? algumas pessoas até sugerem: vamos usá-los para fazer testes em vez dos lindinhos ratinhos, pobrezinhos!  Os presos, eles sim, merecem ser torturados, desprezados e mortos… “bandido bom é bandido morto!” Soa bem, soa justiceiro, não? (só pra registrar, para os desavisados: estou sendo irónica!).

Já vejo algumas pessoas reduzindo meu texto e a essência do que digo porque ousei dizer que presidiários são melhores que ratinhos. Então, apesar de saber que não vai adiantar a ressalva, já antecipo: não sou a favor de crueldade contra animais. E muito menos contra seres humanos… Na verdade, me pergunto que tipo de mundo estamos construindo? Como é fácil perder o senso de humanidade… violência, mais violência, não é e nunca foi solução, senão geradora de mais problemas, ódios e desigualdades.

Não, não gosto de corrupção, de violência, de pessoas que são pagas com meus impostos e não fazem o seu trabalho, não gosto mesmo!

Não apoio e não escolho nenhuma dessas coisas! Aliás, quero muito removê-las de suas privilegiadas posições..

O que mais eu quero?

Que esses bilhões recolhidos aos cofres públicos se revertam em educação, em saúde, em postos de trabalho sem escravidão e com dignidade, que haja transporte público de qualidade e segurança nas ruas.

Quero que esses bilhões sejam investidos para que haja menos “monstros”na cadeia, quero prisões vazias, como na Holanda…quero escolas e universidades cheias, de professores e alunos!

Não, não sou nem esquerda, nem direita como se conceitua no Brasil.

Não, não sou centro, em cima do muro: sei muito bem o que quero na minha vida cidadã. E, tambēm,  o que não quero!

Esse discurso falido de direita/esquerda, de burguesia e capitalismo selvagem, de “coxinhas”, de “comunas” e “esquerda caviar” já deu pra mim! Isso é discurso de quem não quer mudar, de quem quer confundir e rotular.

O que é ético, legal, o correto não tem lado. Apenas é. O que é errado, fisiológico, corrupto também não tem.

Não me interessa quais foram as letrinhas partidárias que cometeram ilícito, que lesaram a nação… as mãos desse país – direita e esquerda – estão sujas de sangue. Cometeram crime contra esta geração. E estão numa clara tentativa de genocídio das próximas. Não sou essa direita distorcida, assim rotulada, nem essa esquerda que envolveu o país num mar de lama e escândalos. Sou brasileira. E isso que está aí, não é bonito. Não é democrático. Não é humano, não! E o Brasil que trabalha, que paga impostos, não merece esse cenário, esse descontrole!

O que está sendo ensinado aos nossos jovens e crianças? Que eles só precisam ser plasticamente bonitos, conviver com suas tribos e que está tudo bem se queimarem índios, prenderem bandidos no poste, lesarem o fisco, irem para um cargo público e não trabalharem, usarem suas posições e influência em benefício próprio? Que tudo bem se anestesiar vendo os “reality shows” e chorar no último capítulo das novelas – diga-se de passagem, muitas das vezes torcendo pro vilão se dar bem? E que o ” outro” é só uma palavra sem significado….não importam os outros….o inferno é o outro…é isso mesmo?

É…com certeza, isso não me representa, não!

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E a farra continua… Um “rolezinho” em Portugal (Por Lior Messer)

E esses representantes do Povo seguem se portando como usurpadores do poder… Uma hora, essa farra acaba!

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Texto de Lior Messer:

Vamos ver se eu entendi. Segundo a versão oficial, a escala em Lisboa não estava planejada e foi necessária, pois as condições meteorológicas na rota não dariam a certeza de que a viagem Zurique-Havana seria possível com a autonomia de vôo do Airbus A319.

Não sou piloto de avião nem porta-voz da presidência mas se eu estou dirigindo um carro e acho que vai faltar gasolina, eu paro num posto de gasolina e abasteço antes de seguir viagem. Com avião é diferente? Nem um pouco, bastava fazer uma parada no aeroporto de Lisboa, encher o tanque e tocar para Havana.

“Ah, mas demora horas para encher o tanque de um Airbus A319”.

É mesmo? Pois eu dei uma pesquisada por “tempo reabastecimento A319” descobri que leva menos de uma hora. Na verdade, um estudo realizado nos aeroportos brasileiros (que devem ser o supra-sumo da eficiência) deu uma média de 35 minutos. Segue o link:

ANÁLISE DOS TEMPOS DE PARADA DE AERONAVES SOB A PERSPECTIVA DA TROCA RÁPIDA DE FERRAMENTAS (pag. 8 a 10)

Outra coisa interessante é que a escala não estava programada mas, como por um milagre, a comitiva presidencial conseguiu encontrar 30 quartos disponíveis em dois hotéis! Será que usaram o decolar.com??? É só verificar a data em que foi feita a reserva.

Ou seja, escala não-planejada é o cacete. Se quisessem poupar dinheiro do contribuinte, bastava ficar todo mundo sentadinho no avião por uma hora no máximo, reabastecer e tocar a viagem. Foi farra com o dinheiro público, sim. Das boas, por sinal. Não me escandalizo mais com roubalheira mas me revolta ser chamado de burro. Sim, o país avançou como nunca antes na área social. Só que os políticos continuam como sempre. Muda o partido mas não muda a falta de vergonha na cara. Na boa? (… sigla censurada, pelo editor, em nome dos bons costumes…)

Mais informação? Leia em:

Após estrear em Davos, Dilma faz escala sigilosa em Lisboa

Ouça, também:

Confusão sobre visita de Dilma a Lisboa mostra incapacidade de governantes de serem transparentes

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Uma visão sobre a descriminalizacão das drogas

Existe uma corrente muito forte da sociedade na descriminalização da maconha, das drogas., com o argumento de que isto levaria a redução do tráfico, das brigas entre aqueles que dominam este comércio danoso. No entanto, quem argumentar desta forma ignora e não trata do muito provável aumento do consumo e, tampouco, das consequências irreversíveis para os jovens e suas famílias.

Segue uma abordagem que recebi do Sérgio Moura, empresário, advogado, jornalista, Fellow do Institute of Brazilian Issues da George Washington University. Autor do livro Chega de Pobreza!


Texto de Sérgio Moura:

Minha visão da questão drogas ilícitas:

Antes de mais nada, restrinjo minhas considerações ao Brasil, pois não tenho competência para  analisar racionalmente a questão em outros lugares do mundo. Aqui, há três problemas a considerar: impacto na sociedade, prevenção e tratamento.

Vamos começar pelo primeiro, impacto na sociedade.

O consumidor de drogas ilícitas faz parte da cadeia das drogas: é seu consumo, como comprador, certamente, que alimenta a venda, a distribuição e a produção da droga, que garante o sucesso do produtor e do traficante, que usam as fortunas que recebem dos compradores de drogas para cometer inúmeros outros crimes, que afetam sobremaneira a vida, a integridade física, a dignidade e a propriedade dos demais membros da sociedade.

A sociedade entende que a atividade do traficante e a do produtor lhe é nociva e, por isso, pune com pena privativa de liberdade traficantes e produtores de drogas ilícitas. Ora, não se pode pretender cercear a oferta e, ao mesmo tempo, estimular a demanda voluntária de um determinado produto. Portanto, nada mais lógico, se queremos realmente cercear a oferta que reprimirmos a demanda, que, por sua natureza, é a financiadora da produção. Assim, a melhor forma de reprimir a demanda é tipifica-la como crime e sujeitar o usuário à pena de prisão.

Alega-se que a “guerra contra as drogas” não deu certo em lugar nenhum. Não sei o que é “não deu certo”, nem consigo imaginar que quem diz isso pesquisou todos os recantos do mundo. Pelo meu lado, não consigo fazer uma afirmação tão taxativa nem tive a oportunidade de ler ou ouvir uma explicação racional sobre ela. Mas sei que não vi repressão ao uso nas diversas medidas antidrogas na Europa de que tomei conhecimento, e também sei que Cingapura conseguiu diminuir sobremaneira o impacto negativo na sociedade advindo do uso de drogas através da punição exemplar do usuário e, no caso de menor de idade, dos seus pais.
Por outro lado, sempre no caso brasileiro, friso, é ingenuidade imaginar que os tubarões da droga vão deixar que a farmácia da esquina fique com o negócio deles; o que farão é por fogo na farmácia e matar seu proprietário.
Assim, liberar uso de drogas no Brasil é contribuir para o aumento da criminalidade, principalmente do crime organizado e altamente difundido e armado que existe nas nossas cidades.

Quanto à prevenção e ao tratamento, o problema está em quanto a sociedade está querendo gastar. As duas vertentes são de saúde pública. Então, pergunto: em assistência à saúde, que, diz a Constituição, é um direito de todos e um dever do Estado, para o quê o orçamento público é acintosamente deficiente, devemos deixar de cuidar de um recém nascido adoentado
para cuidar de um adulto que decidiu se drogar?

Concluindo, creio que a questão drogas, em todas as suas fases, é um problema primordialmente criminal e que prevenção e tratamento são problemas primordialmente privados, porque advêm de uma escolha do indivíduo, ou de seus pais, se menor de idade.


Ainda:
  • Um abaixo assinado que subscrevi, pois me pareceu lógico (link):

Maconha faz mal, sim. Quem afirma é a medicina.

Efeitos adversos da maconha

Nova enquete discute descriminalização de drogas para consumo próprio – Câmara dos Deputados

Enquetes ativas – Câmara dos Deputados (ainda ativa em 27/06/2014)

Maconha na adolescência é uma fábrica de losers”, afirma psiquiatra Sérgio de Paula Ramos – Zero Hora

Quem pagará pela liberação das drogas será a própria sociedade… Vício em drogas retira dolo de faltas cometidas no trabalho, decide TRT de Minas

Estudo genético confirma associação da maconha com esquizofrenia

Nova associação genética de esquizofrenia e cannabis

Maconha vicia e gera prejuízos permanentes no cérebro, diz novo estudo – Jornal Ciência

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Que toda e qualquer decisão tomada seja feita de forma responsável e leve em conta as consequências da decisão.

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Câmara · Cidadania · Educação · Executivo · Ideologias · Todos

Ainda… sobre a questão dos médicos

Por Carlos Roberto Teixeira Netto

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Atualizando…. Este tema foi motivo de reportagem da BAND, em 17/03/2015 : Mais Médcos – Acordo Com Cuba foi Mascarado onde ficou claro tudo que qualquer pessoa que pensa já atinava.

A cada dia tenho me informado mais a respeito e a cada dia fico mais assustado com tudo isto. Explico…

Há 10 anos, portanto, em 2003, o deputado Arlindo Chinaglia do PT/SP apareceu com uma proposta de um PL 65/2003 que proibia não só criação de novos cursos de medicina como proibia a criação de novas vagas nos cursos existente. E… isto para os próximos dez anos. Ou seja, estaria terminando este prazo por agora, em 2013. Este PL ficou parado em alguma gaveta deste “brilhante” congresso.

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=104485

Foi aprovado na CCJ em 2007 (link: CCJ aprova projeto que proíbe novos cursos de Medicina)

O PL não ter sido aprovado é irrelevante porque o que interessa são os resultados. Tentaram fazer uma lei, mas como estão no governo podem quase tudo e não precisam de uma lei para efetivar essas ações, bastam segurar os pedidos para o MEC e/ou manter os cofres fechados para que recursos não financiem esta necessidade do povo. Pergunta:

O deputado estava atuando como lobista de entidades da classe médica, que estão sendo agora criticadas??? Sim ou não?

Se sim, a responsabilidade é do PT.

Se não… seria negligência, imprudência, imperícia ou intencionalidade do PT?

A lambança foi feita, perdoe-me a linguagem.

Como dizia um amigo referindo-se a uma piada onde dois grupos discutiam se a zebra era branca ou era preta… Alguém chega e pergunta: “onde está a tinta para que acabe de pintar”. Tanto o estado como as entidades de classe tem que se ouvir, se comunicar, se entender e definir soluções a curto, médio e longo prazo. É demais! Sofrem mais os que já mais sofrem!

O governo é ou deveria ser o responsável por exercer o controle e fiscalização do uso dos recursos para a saúde (infra-estrutura, equipamentos, materiais, medicamentos, etc.) , bem como da qualidade dos serviços.

Como estamos com isto??? Vejamos:

Saúde investiu apenas 26,2% do orçado para 2013

Dilma veta criação de cargos para fiscalizar o SUS

SUS desativou quase 13 mil leitos entre 2010 e 2013

Tenho me debatido entre saber se esta lambança é por incompetência ou é intencional. Se for intencional é CRIME de lesa-pátria ou crime contra a humanidade, pode escolher.

Dez anos depois daquela proposta de um deputado petista Arlindo Chinaglia, MÉDICO, FUNDADOR DO PT, presidente da câmara dos deputados (2007/2009), lider do governo na câmara…

Faltam médicos no Brasil!!!

Não só faltam médicos como temos um problema seríssimo de distribuição.

E… Não é só isto. Os hospitais caem aos pedaços, falta equipamento, falta material, faltam leitos, etc…

Pronto!!!

A brilhante presidente e seu escudeiro, ministro da saúde, Alexandre Padilha têm a solução!

IMPORTAR MÉDICOS CUBANOS!!!

Já disse e repito, tiro o chapéu para esta organização globalizada na área de terceirização dos serviços de saúde que batem de longe os detestados planos de saúde com suas explorações tanto dos médicos como de seus assegurados com mensalidades escorchantes: O GRUPO CASTRO.

Conseguiram formar médicos que lá recebem menos que um mecânico ou uma cabelereira, pois como poderia ser diferente uma ilha com 11 milhões de habitantes ter mais de 7 médicos por mil?

Os irmãos Castros empreenderam, na melhor maneira capitalista, uma fonte de renda maior do que o turismo: a exportação de médicos para o mundo.

Temos médicos cubanos espalhados pelo mundo. Mérito desta visão estratégica dos Castros!

Cuba quer aumentar exportação de médicos

Se são tão competente, por que não passar pelo Revalida? Ah… isto é coisa de cartório de entidades médicas. Mas qual o problema? É porque não passariam? Estranho, não?

Para mim não há dúvida, o governo está preferenciando esta “solução”, pois dará alívio tanto ao regime combalido de uma ditadura que já passa dos 50 anos e também poderá acolher mais de 100 médicos brasileiros por ano que vão a Cuba fazer seu curso de medicina (que aqui ficaram restritos, lembra-se?). Esses últimos são egressos de MSTs, filiados do PT, etc. e poderão voltar e ter um excelente salário (pagando 10% ao PT, como a IURD???).

Claro que isto não é solução a longo prazo para a saúde dos que dependem do SUS, mas quem se importa? Eu me importo.

Assista este vídeo a seguir, um depoimento do médico cubano Carlos Rafael Jorge Jimenez (TV Câmara).

Link: http://youtu.be/_dUTJ8kNSTk

Poderia ser mais claro???

Dá uma tristeza quando este senhor se refere ao governo de Cuba como uma ditadura é vaiado na câmara federal. Ou seja, o governo dos Castros que dura 54 anos é… uma democracia???

Será que teremos que viver em um sistema totalitário para entender que não é o melhor sistema de governo?

Recentemente, um amigo esteve na Inglaterra atuando como interprete em uma convenção. Fez amizade com um interprete russo. Nas conversas falou da simpatia do governo brasileiro pelo socialismo/comunismo. O cara ficou uma fera e indignado falou algo como :  “vocês precisam experimentar o que é para saber o inferno que é, só assim entenderão!” E saiu bravo.

Mais detalhes:

Colocando Curativo Na Saúde Brasileira…